Um dos casos mais célebres de desaparecimento é o do escoteiro Marco Aurélio Bezerra Bosaja Simon visto pela última vez em 8 de julho de 1985, durante uma excursão ao Pico do Marins. E algo que chama bastante a atenção neste caso, é que mais de 30 anos depois, começaram a surgir teorias, como também intensificaram as críticas quanto as buscas e o modo que estas foram realizadas.
Já no presente, temos o desaparecimento de Erick Rian Duarte Santos, de 16 anos, que desapareceu nas proximidades de um parque (senão já nele), no bairro Cidade Jardim, em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, no dia 21 de fevereiro de 2025.
São pouquíssima as informações sobre a rotina do adolescente, e segundo Jornal RIC, ele tinha poucos amigos, fazia tratamento de depressão, mas não demonstrava intenção em fugir de casa. O jovem costumava frequentar o parque acompanhado de sua cadela.
Mas no dia do desaparecimento ele apagou todas as informações do celular, deixando apenas o contato de seus pais e familiares próximos, ainda apagou aplicativos e jogos do aparelho, e saiu sem avisar o destino, e pelas câmeras da cidade é possível verificar que Erick seguiu até muito próximo da ponte do Canal Extravasor.
As imagens da câmera não mostram o garoto depois disso.
Quinze dias depois do desaparecimento, um motoboy foi a polícia afirmando que viu Erick nesta ponte, levando a investigação no sentido que o jovem, após apagar seu celular, teria se dirigido ao local, e se jogado.
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Buscas foram realizadas, no Canal Extravasor e no Rio Iguaçu, com homens em barco inflável e homens caminhando pelas margens a pé, durante uma tarde, mas nada foi encontrado.
A família acredita que o filho está vivo, e que por algum motivo desconhecido tenha fugido de casa, mantendo ativamente nas redes sociais, em perfil de sua mãe https://instagram.com/joy.baia_
























