Lembrando 30 anos de SBT com Sílvio Santos
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Em breve um acervo de revistas do século XX. (Saiba mais)
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Pelo menos duas pessoas morreram em decorrência das fortes chuvas que atingem o estado de São Paulo desde o fim de semana e um homem segue desaparecido.

Em Jandira, na Grande São Paulo, três pessoas foram levadas por uma enxurrada: uma mulher foi encontrada sem vida na noite de sexta-feira (11), um homem foi localizado vivo no domingo e um terceiro segue desaparecido.
Em Itaquaquecetuba, também na região metropolitana de São Paulo, foi localizado o corpo de uma mulher.
O Cemaden, o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, mantém vigente 60 alertas no estado de São Paulo para risco alto e moderado de deslizamentos, alagamentos e inundações.
No Vale do Ribeira, os acumulados de chuva podem chegar a cem milímetros. Em Eldorado, o rio Ribeira de Iguape subiu quase 10 metros e deixou centenas de pessoas desabrigadas. Equipes da Defesa Civil estadual montaram 19 abrigos em seis cidades da região.
Na Grande São Paulo, mais de 200 pessoas foram afetadas pelas chuvas nas cidades de Ferraz de Vasconcelos, Juquitiba e Araçariguama.
Dados do CGE, o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas, apontam que este é o setembro mais chuvoso dos últimos 83 anos na cidade de São Paulo: o acumulado ultrapassa 250 milímetros, volume três vezes maior do que a média prevista para o mês.
Segundo o Inmet, o Instituto Nacional de Meteorologia, o risco de deslizamento de terra é maior na faixa leste do estado, onde o solo já está encharcado.
O alerta laranja de perigo para tempestades é mantido ao longo desta segunda-feira para as regiões de Campinas, Marília, Araraquara, Vale do Paraíba, Assis, litoral sul, São José do Rio Preto, Macro Metropolitana Paulista e metropolitana de São Paulo. Nessas regiões, pode chover até 100 milímetros ao longo do dia, e as rajadas de vento podem chegar a 100 km/h.
O diretor de Comunicação da Defesa Civil, o capitão da PM Maxwel Souza, comenta que se a antecipação do período de chuvas for confirmada pela análise dos modelos meteorológicos, a Defesa Civil deverá iniciar a operação de combate aos temporais antes do previsto.
“Os nossos meteorologistas estão aguardando os modelos meteorológicos ficarem mais bem definidos para concluírem essa análise. E é claro que se isso for concluído, há uma previsão de que a operação chuva seja antecipada neste ano, para que a gente se estruture ainda mais para atender essas ocorrências de chuvas no estado”.
A chuva deve perder força a partir desta terça-feira mas a previsão é de que o tempo volte a ficar instável no próximo fim de semana. A orientação é que a população acompanhe os alertas e atualizações da Defesa Civil nas redes sociais.
Em caso de emergência, o contato da Defesa Civil é o 199 e o dos Bombeiros, 193.
3:23Um em cada dez estudantes do mundo teve a educação interrompida por riscos climáticos em 2025. Isso significa que mais de 171 milhões de crianças e adolescentes não tiveram aulas devido a tempestades, enchentes, ondas de calor, secas e incêndios.

Os números fazem parte de um relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) que analisou informações de 106 países e territórios.
No Brasil, foram pelo menos 745 mil estudantes sem acesso à educação. Nesse quantitativo estão alunos do Rio Grande do Sul que ficaram sem aulas no início do ano passado devido a uma onda de calor; e crianças e jovens no Paraná impedidos de frequentar a escola por causa de um tornado, em novembro.
Danilo Moura, especialista em Mudanças Climáticas do Unicef no Brasil, destaca que a crise climática reproduz padrões de desigualdades.
"Quando você olha para o mundo, os países mais pobres, que são os países menos responsáveis por causar a crise climática - pois eles são quem menos emitiu gases que causam efeitos de estufa - são os países que são mais impactados, por uma combinação de geografia com vulnerabilidade. Você tem muitos países pobres que estão justamente nas regiões em torno da Linha do Equador, onde os impactos da mudança do clima são mais extremos. E você, obviamente, está falando de países que já são mais pobres e que, portanto, têm menos recursos para se adaptar, para se proteger, para proteger essas populações".
Ele alerta para os impactos dos efeitos climáticos a longo prazo, especialmente nesses países, onde estão 75% dos estudantes afetados.
"Esses eventos climáticos extremos que afetam a educação têm um impacto cumulativo no longo prazo. Você está falando de gerações de crianças e adolescentes que, não tendo acesso à educação ou tendo um acesso prejudicado à educação, isso tem um impacto sobre aprendizagem, sobre desenvolvimento, sobre vínculo. A escola é um fator de proteção das crianças para além da aprendizagem. Tem a ver com vínculo social, com proteção contra a violência, segurança alimentar. Com frequência, no mundo todo, as escolas são um fator que oferece garantia de alimentação para as crianças, como é o caso no Brasil, né? Com a merenda escolar. A gente está falando de um desafio que reproduz muitas injustiças, porque são justamente os países e as comunidades mais vulneráveis que são impactados de forma desproporcional".
O relatório do Unicef sugere algumas recomendações a governos e parceiros da educação. Entre as ações estão:
No Brasil, o Ministério da Educação (MEC) tem atuado tanto na recuperação das aprendizagens quanto na prevenção e mitigação dos impactos causados por interrupções do calendário escolar, como explica a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Cruz.
"A resolução do Conselho Nacional de Educação estabelece diretrizes para garantir a continuidade das atividades educacionais em situações de crise, orientando as redes de ensino a adotarem medidas de prevenção, resposta e recuperação, como a reorganização do calendário escolar e, quando necessário, a realização de atividades pedagógicas não presenciais. Além disso, o MEC, por meio da nossa Secretaria de Educação Básica, estruturou o Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens, que vem apoiando estados e municípios na identificação e recuperação de defasagens de aprendizagem, inclusive aquelas decorrentes de interrupções provocadas por eventos climáticos".
Em relação à preparação para futuras emergências, a Secretaria de Educação Básica desenvolveu também o Guia de Ações Educacionais em Resposta a Emergências Climáticas, que oferece orientações para reduzir impactos sobre o funcionamento das escolas e sobre a aprendizagem dos estudantes.
*Com produção de Luciene Cruz
4:02O ciclone extratropical que provocou chuvas, ventos e deslizamento de terras no estado de São Paulo, nos últimos dias, vai persistir até esta segunda-feira (14). Foram 100 milímetros de chuva em apenas um dia, segundo a Defesa Civil paulista.

Em Minas Gerais, Belo Horizonte está em alerta amarelo para chuvas intensas e ventos fortes. Ainda no sudeste, Rio de Janeiro e Espírito Santo também sentem os efeitos do ciclone. Chove a qualquer hora do dia e as temperaturas estão em queda, com máximas de 22º e mínima de 12 º.
A região sul do país é a mais atingida pelas chuvas, inclusive com queda de granizo e ventos fortes, com risco de alagamentos, deslizamento de encostas e transbordamento de rios. No Centro-Oeste, os moradores do Distrito Federal devem ficar atentos à baixa umidade. Previsão de chuvas só a partir de quarta-feira (16). Em compensação, deve chover forte no sul do Mato Grosso do Sul.
No Norte, os maiores acumulados de chuva, até esta segunda-feira, estão previstos para o oeste da região. Já no Nordeste, as chuvas devem ficar restritas à faixa litorânea da Bahia.
Um ciclone extratropical deve se formar na noite desta sexta-feira, 11 de setembro, entre o nordeste do Rio Grande do Sul e o Oceano Atlântico. A informação é do Inmet, o Instituto Nacional de Meteorologia. O cenário favorece a ocorrência de granizo no noroeste gaúcho, em Santa Catarina, no Paraná, em Mato Grosso do Sul e em São Paulo. Também há possibilidade de tornados, principalmente em áreas do Paraná, de Santa Catarina e do noroeste do Rio Grande do Sul. 

Para essas áreas, há aviso vermelho de grande perigo para tempestades até o fim da noite desta sexta-feira. Nas outras áreas do Sul e em partes de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, há aviso laranja de perigo para temporais.
No Amazonas, há aviso amarelo de perigo potencial para chuvas intensas. No litoral do Nordeste, ocorrem pancadas de chuva isoladas. Já no Matopiba, que abrange áreas de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, o tempo segue predominantemente seco e quente. Nessa região, há aviso amarelo de perigo potencial para baixa umidade até o fim desta noite.
Neste sábado (12), de acordo com o Inmet, o ciclone extratropical se desloca em direção ao oceano e deve atingir intensidade máxima. No Sul, o tempo continua instável, principalmente no Paraná, com pancadas de chuva e trovoadas. Há aviso amarelo de perigo potencial para tempestades em parte do estado.
No Sudeste, há previsão de chuva em São Paulo, no centro-sul de Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Essas áreas também estão sob aviso amarelo para tempestades.
No Centro-Oeste, a chuva se concentra principalmente em Mato Grosso do Sul e em partes de Mato Grosso. No Distrito Federal e no centro-norte de Goiás, o sábado será de sol e poucas nuvens. Em Brasília, a máxima chega aos 32 °C.
No Nordeste, pode chover no litoral, enquanto o interior terá sol e calor intenso. Teresina pode chegar aos 39 graus.
E no Norte, há previsão de chuva, principalmente no Acre, em Rondônia e no Amazonas. Manaus e Porto Velho podem registrar 37 °C.
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De acordo com edital do Enamed 2026, a prova será aplicado em todos os estados e no Distrito Federal, nos municípios listados no Portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
O exame tem duas funções principais: avaliar a formação médica no país e servir como critério para processos seletivos de residência médica de acesso direto, como no processo unificado do Exame Nacional de Residências (Enare).
Em junho deste ano, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) formalizou que o Enamed passou a valer como instrumento de avaliação da proficiência dos estudantes de medicina e da qualidade dos cursos de graduação.
A regra está prevista na nova política integrada para a formação em medicina no país, prevista na Medida Provisória n° 1370/2026.
Com isso, os formados só poderão se inscrever no Conselho Regional de Medicina (CRM) se tiverem rendimento suficiente no exame. O registro no conselho é obrigatório para exercer a profissão de médico no Brasil.

De acordo com edital do Enamed 2026, a prova será aplicado em todos os estados e no Distrito Federal, nos municípios listados no Portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
O documento é voltado a estudantes de medicina, profissionais já graduados e instituições de ensino superior responsáveis por estes cursos e reúne em um só lugar informações úteis de caráter técnico, pedagógico e logístico.
O manual também explica a diferença entre o resultado individual do estudante e o resultado para conceito do curso.
O Conceito Enade não é a média das notas da turma, mas sim o percentual de concluintes que alcançaram o nível Proficiente, convertido em uma escala de 1 a 5.
Segundo o manual, só entram nesse cálculo os concluintes regularmente inscritos pela instituição, presentes ao exame e com resultado válido; cursos com menos de dez concluintes nessa condição ficam Sem Conceito (SC).
O manual ainda explica como é definido o ponto de corte que separa nível de desempenho dos participantes proficientes dos não proficientes. Nesta edição, a nota está fixada em 60 pontos na escala do exame.
Outro trecho do documento detalha como as provas são elaboradas, desde a produção dos itens por docentes de medicina selecionados por chamada pública até a montagem final do caderno pelas comissões do Inep.
Os cartões de confirmação de inscrição no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) já estão disponíveis para consulta no site do exame.
No cartão, há informações importantes para a prova como número de inscrição, data, horário e local, além de eventuais indicações relativas ao atendimento especializado e uso do nome social.
Criado pelo MEC, o Enamed será aplicado obrigatoriamente a cada seis meses a partir de 2027 a todos os estudantes concluintes de cursos de medicina no Brasil.
O exame tem duas funções principais: avaliar a formação médica no país e servir como critério para processos seletivos de residência médica de acesso direto, como no processo unificado do Exame Nacional de Residências (Enare).
Em junho deste ano, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) formalizou que o Enamed passou a valer como instrumento de avaliação da proficiência dos estudantes de medicina e da qualidade dos cursos de graduação.
A regra está prevista na nova política integrada para a formação em medicina no país, prevista na Medida Provisória n° 1370/2026.
Com isso, os formados só poderão se inscrever no Conselho Regional de Medicina (CRM) se tiverem rendimento suficiente no exame. O registro no conselho é obrigatório para exercer a profissão de médico no Brasil.

Se não houver segundo turno, a medida será cancelada no dia 23 de outubro. O decreto do GDF foi publicado em edição extra do Diário Oficial.
Fica mantido o expediente dos responsáveis pela administração das instituições que funcionam como zonas eleitorais. Eles deverão se apresentar nas escolas a partir das 7h para receber as urnas eletrônicas que são distribuídas pela Justiça Eleitoral.

O procedimento é obrigatório para permanecer no Banco de Candidatos Aprovados em Lista de Espera. Dessa forma, o candidato aprovado continuará habilitado a uma eventual convocação para nomeação e posse, caso haja vagas disponíveis que alcancem a sua classificação.
A ausência de resposta eliminará o candidato de todos os cargos do chamado Enem dos Concursos, inclusive para eventual contratação temporária, prevista nos editais de abertura do CNU 1.
Para manifestar interesse, o candidato deve acessar o site do Ministério da Gestão para verificar se está aprovado em lista de espera para algum cargo.
Todos os candidatos que permanecem na lista de espera da primeira edição do concurso unificado estão convocados para essa etapa de manifestação de interesse.
O procedimento deve ser feito mediante login da conta Gov.br. A conta deve ter nível prata ou ouro de segurança.
Os acessos são exclusivos para servidores públicos federais do Poder Executivo Federal civil.
As manifestações do candidato deverão ser feitas separadamente para cada cargo em que está aprovado em lista de espera.
Confira aqui o passo a passo de como fazer a manifestação de interesse no CNU.
Esta é a segunda vez que os candidatos em lista de espera precisam manifestar interesse em continuar no processo seletivo. A primeira sinalização foi em 2025.
Após o encerramento do período de manifestação, serão divulgadas novas listas de espera. A previsão é de que a divulgação ocorra até 30 de setembro.

Para fazer a escolha, os professores, coordenadores e gestores escolares devem, de forma coletiva, analisar as obras disponíveis e definir quais materiais estão mais alinhados à proposta pedagógica da unidade. Devem levar em conta, ainda, as características e as necessidades da comunidade escolar local.
Para participar da etapa de escolha, as devem acessar o Sistema do PNLD Gestão. É necessário ter registrado o número de alunos no Censo Escolar de 2025, para que a distribuição das obras leve em conta o volume de estudantes a serem atendidos.
Os materiais para os estudantes do 1º ao 5º ano do ensino fundamental estão organizados em três categorias:
1) escolha obrigatória para estudantes do 1º e 2º anos com os seguintes conteúdos:
Nesta primeira categoria, todos os livros do estudante são consumíveis (não reutilizáveis) e permanecem com o aluno, que pode escrever e interagir diretamente com o material.
2) escolha obrigatória para estudantes do 3º, 4º e 5º anos, com os seguintes conteúdos:
Nesta segunda categoria, as obras de história e geografia apresentam conteúdos relacionados às respectivas regiões das escolas. Os livros de língua portuguesa e matemática são consumíveis. Os demais são reutilizáveis e devem ser devolvidos à escola ao final do ano letivo.
O FNDE explica que os livros de educação física das Categorias 1 e 2 são destinados exclusivamente aos professores.
3) escolha optativa: 1º ao 5º ano, para língua espanhola e língua inglesa
Os livros da categoria três 3 são reutilizáveis e devem ser devolvidos à escola no fim do ano letivo.
Caso a escola não faça a seleção, receberá apenas os livros obrigatórios. Eles serão selecionados diretamente pelo FNDE, com base em critérios como priorização de títulos mais distribuídos na região/UF e cotas residuais de estoque.
Para participar do processo, é necessário que professores e gestores estejam cadastrados no Sistema Gestão Presente (SGP), ou possuam cadastro anterior no Portal do Livro Digital. O acesso se dá por meio de uma conta Gov.br.
A escola pode selecionar coleções distintas para cada disciplina curricular. Não é necessário escolher a mesma coleção para todas elas.
A escola que não desejar receber determinada obra ou componente deverá registrar a opção no sistema.
Para as categorias 1 e 2, caso a escola não realize a escolha nem registre a opção de não recebimento, o FNDE fará a atribuição dos exemplares com base em critérios técnicos previamente estabelecidos.
Na categoria 3, como a adesão é voluntária, caso a escola não manifeste interesse, não haverá atribuição técnica.
Para ajudar no processo, o MEC disponibilizou o Guia Digital do PNLD.
A ferramenta reúne informações sobre as obras aprovadas e inclui resenhas, metodologias propostas para facilitar o planejamento das aulas, estrutura dos conteúdos e a avaliação realizada para aprovação dos livros em alinhamento com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Em caso de dúvidas, o gestor de educação deve entrar em contato com a equipe do PNLD pelo e-mail: [email protected].
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou nesta sexta-feira (11) a relação final dos aprovados no Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira 2025/2 (Revalida).

A Portaria nº 493/2026 traz os nomes dos 5.666 habilitados. Veja aqui a lista completa.
De acordo com o texto, os resultados já foram divulgados aos participantes, via Sistema Revalida, conforme cronograma disposto em edital.
A partir de agora, os aprovados deverão seguir as orientações referentes à indicação da universidade parceira responsável pelo processo de revalidação do diploma.
O Revalida tem o objetivo de verificar se médicos formados no exterior adquiriram os conhecimentos, habilidades e competências necessários para o exercício profissional no Brasil adequados aos princípios e às necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS).
O exame teve duas etapas de avaliação, a teórica e a prática. O processo organizado pelos ministérios da Educação e da Saúde serve para dar validade aos diplomas de médicos brasileiros e estrangeiros formados no exterior que desejam atuar no Brasil.
O exame não se configura como um concurso público. Portanto, não se destina à seleção de pessoas para preenchimento de emprego ou cargos públicos e não é prova de ordem profissional que garante direito ao exercício da prática médica.
A aprovação no exame atesta que o documento emitido no exterior é compatível com as exigências de formação das universidades brasileiras.
A revalidação de diplomas médicos é feita por instituições públicas de educação superior que aderiram ao Revalida.
As referências exigidas no Brasil são os atendimentos no contexto de atenção primária, ambulatorial, hospitalar, de urgência, de emergência e comunitária, com base na Diretriz Curricular Nacional do Curso de Medicina, nas normativas associadas e na legislação profissional.

É a primeira edição do torneio em um país da América do Sul, nas seguintes unidades da Federação:
Primeiramente, a competição do futebol feminino deve afetar diretamente as oito cidades-sede e cerca de 174 municípios que integram suas regiões metropolitanas ou áreas de influência direta.
Nessas localidades, os sistemas de ensino deverão promover os ajustes em seus calendários escolares para que o recesso, logo após encerramento das atividades do primeiro semestre de 2027, coincida com o período do torneio.
Já as redes estaduais e municipais de ensino que não sofrerão impacto direto do campeonato mundial têm autonomia para decidir se querem adequar as férias ao evento esportivo. O parecer detalha que estas devem considerar as realidades locais, conforme necessidades educacionais, socioeconômicas e até climáticas.
As orientações sobre os calendários escolares de 2027 estão no Parecer CNE/CEB nº 7/2026, do Conselho Nacional de Educação (CNE), homologado pelo MEC nessa terça-feira (8).
O objetivo do parecer é dar segurança jurídica e uniformidade de orientação aos sistemas de ensino de todo o país, no período entre a abertura e o encerramento da Copa do Mundo Feminina.
Na prática, as orientações permitem que estudantes e profissionais da educação acompanhem os jogos sem perder aulas, além de facilitar a mobilidade urbana e evitar congestionamentos.
O documento deixa claro que a adaptação do calendário escolar 2027 não afasta a obrigatoriedade do cumprimento dos 200 dias letivos e da carga horária escolar mínima anual exigida, conforme determinado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).
O parecer esclarece ainda que as orientações se aplicam, inclusive, aos cursos de qualificação profissional e de educação profissional técnica de nível médio previstos na LDB.

A expectativa é que o benefício atenda a 150 mil estudantes de escolas públicas e particulares.
Ouça mais detalhes na Radioagência Nacional:
Os estudantes que ainda não têm a gratuidade no JaÉ precisam fazer o cadastro para vincular o CPF no aplicativo.
Após o procedimento, a prefeitura do Rio de Janeiro vai liberar crédito de R$ 10 para cada domingo de prova, com direito à integração modal, ida e volta.
A estimativa é que R$ 3 milhões sejam investidos no projeto, segundo a Secretaria Municipal de Transportes.
No estado do Rio, 16 dos 92 municípios já implantaram tarifa zero universal.

Especialistas ouvidos pela Agência Brasil apontam que a aproximação ocorreu principalmente porque o desempenho brasileiro permaneceu relativamente estável enquanto a média dos países da organização recuou, especialmente nos últimos anos.
Notícias relacionadas:
"O país tem mantido seus resultados relativamente estáveis, enquanto a média da OCDE recuou. Portanto, embora tenha evitado uma piora, o desafio brasileiro continua sendo promover ganhos consistentes de aprendizagem", diz Felipe Proto, vice-presidente de Educação da Fundação Lemann
O Pisa é o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), coordenado pela OCDE, entidade que reúne 38 países, incluindo algumas das maiores economias do planeta, para produzir estudos, estatísticas e recomendações sobre políticas públicas e desenvolvimento econômico e social. Aplicado a cada três anos pela entidade, a prova avalia os conhecimentos de estudantes na faixa de 15 anos de idade em matemática, leitura e ciências.
"Podemos afirmar que o Brasil melhorou no longo prazo, sobretudo em ciências e leitura. No entanto, parte importante da aproximação ocorreu porque a média da OCDE caiu, especialmente em matemática", avalia Rodrigo Fulgêncio, 1º vice-presidente da Associação Brasileira de Sistemas de Ensino e Plataformas Educacionais (Abraspe).
Com os resultados de 2025, que se mantiveram similares em relação a 2022, o Brasil segue no grupo abaixo da média dos países da OCDE nas três disciplinas. Foram 408 pontos em leitura, 377 em matemática e 409 em ciências. Nessa mesma ordem, a média de 23 países da OCDE ficou em 466 (leitura), 469 (matemática) e 486 (ciências). Cada 20 pontos equivalem a um ano escolar. Em matemática, por exemplo, o Brasil está com cerca de 4,6 anos de atraso em relação aos membros da OCDE.
A distância, no entanto, já foi bem maior, quando se comparam os dados entre os anos de 2006 e 2025. A diferença de desempenho em relação à média dos países da OCDE diminuiu de 102 para 58 em leitura (redução de 44 pontos), de 131 para 92 em matemática (39 pontos) e de 113 para 77 em ciências (36 pontos).
Mestre em matemática e gerente da CASIO Educação, Jalman Lima afirma que é positivo que o Brasil não tenha acompanhado a intensidade de queda na educação observada em diversos países, mas essa estabilidade ainda ocorre em um patamar de desempenho educacional muito baixo, já que somente 28% dos estudantes atingiram pelo menos o nível 2 em matemática, que é o mínimo.
"O principal desafio continua sendo transformar essa estabilidade em crescimento real da aprendizagem matemática, ampliando a capacidade dos estudantes de interpretar situações, relacionar informações, escolher estratégias de resolução", pondera.
"O ponto central é que o Brasil ainda não conseguiu produzir ganhos de aprendizagem em escala. Seguimos com uma parcela muito elevada de estudantes abaixo dos níveis mínimos de proficiência, especialmente em matemática e leitura, e com desigualdades importantes de desempenho. É preciso considerar também que esta é uma geração que teve sua trajetória escolar diretamente impactada pela pandemia, com efeitos sobre a aprendizagem que não desaparecem de um ano para outro", argumenta Felipe Proto. Segundo ele, a recomposição das aprendizagens continua sendo fundamental para garantir que nenhum estudante fique para trás.
Além de ampliar o domínio básico em disciplinas como matemática, o país ainda precisa criar mais oportunidades para desenvolver o raciocínio mais sofisticado.
"Muitos ainda têm dificuldade em interpretar uma situação, decidir com autonomia, qual o conhecimento matemático utilizar. Ao mesmo tempo, praticamente não temos estudantes nos níveis mais altos de proficiência. E isso é um grande problema. É um desafio nas duas extremidades", observa Jalman Lima.
Rodrigo Fulgêncio, da Abraspe, também alerta para essa disparidade. Entre os principais gargalos, ele enfatiza, estão o elevado percentual de estudantes abaixo do nível básico, a presença muito pequena nos níveis mais altos de proficiência, a situação especialmente crítica em matemática e a forte desigualdade socioeconômica.
"Em ciências, por exemplo, a diferença entre os 25% mais favorecidos e os 25% mais vulneráveis chega a 96 pontos. Quase cinco vezes o aprendizado médio associado a um ano escolar, que é de aproximadamente 20 pontos", afirma.
O Pisa 2025 envolveu 760 mil estudantes de 91 países. O Brasil participou da pesquisa com 30.140 estudantes. O perfil dos participantes brasileiros avaliados foi composto por 72,4% de estudantes oriundos de escolas da rede estadual, sendo a quase totalidade (96,9%) delas localizada em áreas urbanas. Cerca de 84,7% estavam matriculados na 1ª ou 2ª série do ensino médio na época das provas, aplicadas entre abril e maio de 2025. Nesta edição, o foco foi o letramento dos alunos em ciências, com o maior número de itens aplicados.
"Mais do que a posição relativa do país no ranking, o Pisa reforça a urgência de transformar a melhoria da aprendizagem em prioridade nacional, com foco em garantir que todos os estudantes desenvolvam as competências essenciais para a vida, o trabalho e a participação cidadã no século XXI", reforça Felipe Proto, da Fundação Lemann .
Na avaliação do Pisa em 2025, os estudantes também respondem a questionários contextuais, incluindo o uso de celulares em sala de aula. O resultado mostrou que 81% dos estudantes brasileiros avaliados frequentavam escolas com restrições ao uso desses dispositivos. Em 2022, eram 37%. A proporção brasileira supera amplamente a média da OCDE (49%). Segundo o MEC, o percentual medido está alinhado às evidências de que estudantes em escolas com esse tipo de regra apresentam menor probabilidade de relatar distrações digitais.
A ocorrência, por exemplo, da chamada "leitura apressada", que é quando o estudante lê rapidamente, mas de maneira imprecisa, quase dobrou entre 2018 e 2025. A OCDE também identificou fragilidades crescentes na capacidade de avaliar informações, relacionar diferentes fontes e pensar criticamente sobre o que se lê. Além disso, 28% dos estudantes disseram que os colegas se distraem com dispositivos digitais na maioria ou em todas as aulas de Ciências, e 46% já utilizam Inteligência Artificial (IA) semanalmente ou mais para estudar.
Segundo Rodrigo Fulgêncio, diante desse cenário, cabe refletir se os estudantes e suas formas de aprender mudaram mais rapidamente do que as práticas escolares conseguiram acompanhar. "O grande alerta do Pisa 2025 talvez seja exatamente esse: ampliar o acesso à informação e à tecnologia não garantiu maior aprendizagem. O desafio atual é ajudar os estudantes a sustentar a atenção, ler com profundidade, avaliar informações, construir raciocínios e utilizar a tecnologia para ampliar, e não substituir, o pensamento".

A informação está disponível no cartão de confirmação de inscrição, divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nesta quarta-feira (9).
A Prova Nacional Docente (PND) é um exame anual do Ministério da Educação (MEC) para facilitar a contratação de professores.
As redes públicas de ensino podem usar os resultados do certame – conhecida como Enem dos Professores – em processos seletivos e concursos para professores, de forma classificatória, eliminatória ou complementar à prova prática.
A PND não é obrigatória para os professores.
Para orientar os candidatos a não perderem prazos importantes, o Inep elaborou o Guia do Participante da Prova Nacional Docente – 2026.
Conforme previsto no edital [ https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/edital-n-67-de-22-de-maio-de-2026-708710229 ] da PND 2026, a aplicação das provas está marcada para 20 de setembro em todos os estados, no Distrito Federal e nos municípios listados no Portal do Inep.
Confira as demais datas do cronograma da PND 2026:
A avaliação teórica terá como base o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) das Licenciaturas, que, desde a edição de 2024, foca nos cursos de formação de docentes.
A prova, com duração total de cinco horas e 30 minutos, será composta por uma parte de formação geral (30 questões), comum aos cursos de todas as áreas, e outra de componente específico (50 itens), próprio de cada área de avaliação das licenciaturas.