Nos bastidores da operação de localização, identificação e investigação do que realmente aconteceu com o submersível Titan, já começam a especular quem serão os primeiros a visitar o local.
Os 05 mortos da previsível tragédia, e sua engenhoca falida, irão se juntar as atrações dos milionários e bilionários que visitam o local.
Na falta de Jurassic Word ou restaurantes de luxo na Lua, os bilionários gastam seus dinheiro em jantares de carne de mamute recriadas geneticamente a partir de DNA extraídos de restos congelados de animais extintos mortos, em aventuras dentro de cápsulas jogadas a parte mais alta da atmosfera ou as profundezas do oceano.
Muitos, assim como eu, se animava em acompanhar essas aventuras, por acreditar se tratar de ciência pura!... Que ilusão.
De fato, a dedicação a ciência pura, sem propósito senão o avanço da humanidade, hoje está restrita a pequenos investimentos de governos.
Mas temos que aceitar que tais estudos inexistem. A preocupação de hoje é fazer dinheiro a qualquer custo. Não importando como.
Exemplo disso é a Titan. Um verdadeiro retrocesso de engenharia. Criada com fibra de carbono (leia aqui lona de plástico em camadas) que alcançava as profundezas graças a tubos de chumbo encontrados em depósitos de ferro velho.
Nunca houve dúvidas de que a engenharia conseguisse criar um veículo capaz de alcançar a profundidade de 04 mil metros. O desafio foi produzir um veículo a partir de peças que pudessem ser compradas em um marketplace chines.
Diferente dos avanços da ciência que trazem avanços para a humanidade, as corridas por custo não trazes evoluções. MAS sem dúvidas nos trazem lições.
Logo teremos viagens aos destroços do Titanic, com direito a uma rapidinha a 482 metros do Titan OceanGate. Você topa?
Um adentro que gostaria de fazer, é sobre os constantes ataques feitos ao empresário, CEO, e candidato a professor pardal, Stockton Rush:
Ele foi um canalha? Provavelmente sim. Bilionários que negaram o passeio afirmavam que ele afirmava que a viagem no Titan era tão segura como uma viagem de avião ou atravessar a rua. Rush também desprezava a segurança de uma forma maldosa e ambiciosa. MAS Rush não usou uma van para recolher crianças na rua e arrastá-las até a profundeza do oceano. Rush apresentou sua proposta para pessoas capazes de identificar facilmente o risco que enfrentava fazendo uma ligação.
Até as pessoas mais simples em uma busca no Google identifica que a empresa de Rush não tinha qualquer referência no que se propunha fazer. Sendo algo completamente experimental e foco de críticas contínuas.
Quem compraria um pacote de férias sem ao menos digitar o nome da empresa no Google. E se digitasse e lesse barbaridades sobre ela, continuaria otimista?
E se o dono da empresa fosse viajar junto contigo? Será que ele colocaria a segurança sobre a própria expectativas de lucro?... Isso será discutido em outro artigo, mas já adianto a Tragédia da Chapecoense como referência de caso. Dono de Empresa X Piloto do veículo da empresa.























