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Polyanna Borges Arruda, completará um ano sem JUSTIÇA?
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Em Setembro completaremos um ano de espera. O assassinato da publicitária Polyanna Borges Arruda contínua sem solução. Quando houve o fato, a polícia adiantou que a vítima teria sofrido violência sexual e depois teria sido morta, logo em seguida tal informação foi desmentida, poucas notícias circulam nos jornais, uma delas é que a mãe da vítima teria pedido a mudança da delegacia responsável pela investigação. 

No dia 27 de julho deste ano, o jornal Diário da Manhã publicou um artigo sobre o caso, o mesmo artigo consta no site do MP GO, e também aqui,

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Quem matou Polyanna Borges?

Hoje faz dez meses que a publicitária Polyanna Borges Arruda Leopoldino, 26 anos, foi morta de forma cruel e a história do assassinato ainda é nebulosa. O inquérito que apura a morte dela foi transferido da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic) para a Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DERFRVA) a pedido da mãe da jovem, Tânia Borges. “A mudança foi necessária por causa do fator tempo, já que as provas estão desaparecendo”, justifica Tânia.

O certo é que o inquérito mudou de delegacia e de delegado, mas ainda não teve uma solução. O delegado Valdemir Pereira da Silva, adjunto da DERFRVA, que agora cuida do caso, disse que ainda é cedo para fazer qualquer declaração a respeito da morte da publicitária e para apontar possíveis culpados. “Assumimos o caso há uma semana e ainda estamos lendo o inquérito. Mas estamos trabalhando para identificar os autores”, ressalta. “Acredito no trabalho dele e acho que em breve o caso será 100% solucionado”, reforça Tânia Borges.
Ela acha necessária a entrada da Polícia Federal (PF) nas investigações da morte da filha para desvendar o crime. Tânia ressalta que confia no trabalho da Polícia Civil, principalmente agora que o inquérito mudou de delegacia, mas garante que se a PF trabalhar em conjunto com os policiais goianos certamente o caso terá um desfecho mais rápido. “Estamos lutando em diversas fronteiras para que o crime cometido contra minha filha não fique sem esclarecimento e justiça”, reforça.

“Tive uma conversa sigilosa com Valdemir Pereira (delegado), que procurou conhecer o perfil da Polyanna. Além do mais, mostrou-se atencioso e disposto a desvendar logo o caso. Saímos satisfeitos do encontro”, ressalta a mãe da publicitária. Mas nem por isso ela deixou de organizar um abaixo-assinado on-line para solicitar a participação da Polícia Federal nas investigações. E faz um apelo: “Esta luta não é apenas minha. Precisamos cobrar das autoridades os direitos previstos na Constitutição”, desabafa.

“Estamos pedindo o apoio da Polícia Federal nas investigações. Por isso organizamos o abaixo-assinado. Mas precisamos de cinco mil assinaturas para causar impacto e sensibilizar as autoridades”, comenta Tânia Borges. O ministro da Justiça, Luiz Paulo Teles Barreto, colocou a PF à disposição para trabalhar em conjunto com a Polícia Civil de Goiás, mas isso depende de um pedido do governo estadual, o que não aconteceu.

SUMIÇO
A publicitária Polyanna Arruda Borges desapareceu no dia 23 de setembro do ano passado. Quase 24 horas depois, a Polícia Civil encontrou o corpo da jovem às margens do Córrego Caveirinha, no Residencial Humaitá, na região norte de Goiânia. O veículo que ela conduzia, um Prisma, foi localizado parcialmente carbonizado na Rua Xavante, no Residencial Caraíba, também região norte da cidade.
Objetos pessoais da vítima, como notebook e a bolsa, não foram levados. Mas o laudo do Instituto Médico Legal (IML) revelou que Polyanna foi asfixiada, estuprada e assassinada com pelo menos sete tiros. Ela sumiu quando se dirigia a uma universidade da Capital, onde ministraria palestra para alunos do curso de Publicidade.

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