A confederação Nacional dos Municípios disponibiliza este nobre resumo:
Origem deste texto: http://www.cnm.org.br/institucional/documento.asp?iId=31551
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Em breve um acervo de revistas do século XX. (Saiba mais)
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Após o Angelus dominical, leão XIV faz votos de “um envolvimento generoso da comunidade internacional” para ajudar a população, especialmente
...Após o Angelus dominical, leão XIV faz votos de “um envolvimento generoso da comunidade internacional” para ajudar a população, especialmente mulheres e crianças, que sofre com a seca e episódios de violência no país do Chifre da África. Em memória dos prisioneiros da Segunda Guerra Mundial, ele convida a não esquecer, “mas a aprender com a história para não repetir os erros do passado”
Deus tem caminhos diferentes e pensamentos novos também para aqueles que se consideram os primeiros e acham que conseguiram o que são por si
...Deus tem caminhos diferentes e pensamentos novos também para aqueles que se consideram os primeiros e acham que conseguiram o que são por si mesmos, que mereceram os resultados que alcançaram. No entanto, todos nós experimentamos alegria, inteligência e futuro quando a lei do amor interrompe a do cálculo, a experiência da misericórdia amplifica a do mérito, o dom da paz coloca fim às rivalidades e nos aproxima na gratidão: disse o Papa no Angelus deste domingo (20/09), XXV do Tempo comum
O bispo auxiliar emérito da Diocese de Roma e, a partir de 1997, seu sucessor na direção da Caritas de Roma, relembra o sacerdote sobre o qual o
...O bispo auxiliar emérito da Diocese de Roma e, a partir de 1997, seu sucessor na direção da Caritas de Roma, relembra o sacerdote sobre o qual o Papa anunciou o início da investigação diocesana sobre sua vida, virtudes e fama de santidade. Sua dedicação àqueles que vivem nas periferias da sociedade é inesquecível: “Saber que a primeira fase do processo de beatificação e canonização foi iniciada é uma grande alegria para o mundo da Caritas. Ele ensinou a todos a sujar as mãos”
As abelhas têm papel fundamental para a polinização de frutas e vegetais. Além disso, a produção de mel e seus derivados movimentam o mercado de exportação. Diante de tamanha importância para a alimentação, a preservação da biodiversidade e o comércio, existe uma preocupação com a redução na população desses insetos devido ao uso de agrotóxicos. E para detectar essas substâncias em abelhas e pólen, uma grande quantidade delas precisa ser sacrificada. Mas uma nova técnica desenvolvida no Instituto de Química do Campus São Carlos da Universidade de São Paulo pode reduzir o impacto ambiental como explica a pesquisadora Ana Maria Barbosa Medina. Ela conta que por meio de testes foi reduzirdo o número de abelhas necessárias para identificar os agrotóxicos.

No estudo, a equipe de cientistas fez testes com duas espécies de abelhas: as africanizadas e as nativas jataís. No método convencional, são necessários entre 5 e 15 gramas de abelhas trituradas. O que equivale a morte de 150 unidades no caso das africanizadas.
Com a nova técnica, é possível detectar a presença de agrotóxicos com apenas três abelhas. De acordo com a pesquisadora Ana Maria Barbosa Medina, na análise das nativas jataís, esse número é ainda mais expressivo.
Além disso, em comparação com o método convencional, a técnica da USP utiliza uma quantidade 15 vezes menor de produtos químicos, gerando menos resíduos. A princípio, foi analisada a presença de dois agrotóxicos: o imidacloprida e o tiametoxam. Em uma próxima etapa, o método será testado com outros tipos de inseticidas e, também, outras espécies de abelhas.
2:30O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.Br) apresentou, nesta quinta-feira (17), propostas para regulação das redes sociais no país. A entidade é formada por representantes do terceiro setor, do setor empresarial, da academia e do governo.

O grupo propõe 46 diretrizes para orientar a criação de projetos de lei e subsidiar as decisões dos poderes públicos, como explica Rafael Evangelista, representante da comunidade científica e tecnológica no CGI.
"Porque o que a gente tem hoje é uma situação de assimetria de poder brutal. A gente tem uma concentração de poder daqueles que controlam as plataformas de redes sociais e que têm efeitos em vários aspectos da sociedade. Então, vai ter efeito no processo democrático; o primeiro eixo, que é o eixo de soberania, conversa diretamente com os atentados à democracia que a gente já sabe que tiveram uma viabilização a partir da infraestrutura das plataformas."
As diretrizes foram agrupadas em seis temas: soberania; transparência; economia e concorrência; direitos humanos; prevenção e responsabilidade; e governança e regulação assimétrica. Entre as medidas estão a prevenção contra interferências indevidas em processos eleitorais, a criação de mecanismos de transparência na moderação de conteúdo e a rotulação de conteúdos gerados ou alterados por inteligência artificial.
Para a coordenadora do CGI, Renata Mielli, a regulação das redes sociais precisa garantir a soberania nacional no ambiente digital.
"É a necessidade de o Estado brasileiro ter a capacidade de garantir mecanismos para que nós sejamos soberanos dentro deste ambiente digital. E essa soberania, ela não pode ser vista nem como isolamento; nós precisamos olhar o que está acontecendo no mundo, e adotar, no Brasil, escolhas e medidas que façam sentido para a realidade brasileira."
As diretrizes preveem que as regras não sejam aplicadas de forma idêntica a todas as redes sociais. O texto destaca que é preciso considerar o porte dos aplicativos e seu poder de mercado, além de preservar a atuação de redes comunitárias e de pequenas empresas.
Um jogo educativo de realidade virtual para auxiliar na identificação de situações que podem aumentar ou reduzir o risco de acidentes no ambiente doméstico. A partir de tese desenvolvida pela estudante Jamylle Lucas Diniz, foi criado o PrevineQuedas. Jamylle Lucas , aluna do programa de pós-graduação em enfermagem da UFC, explica o foco do estudo.

"A proposta foi transformar conhecimentos relacionados aos fatores de riscos que ocasionam as quedas e as medidas de prevenção em uma experiência mais interativa com essa população".
Jamylle Lucas fala sobre o processo de concepção do jogo a partir de diálogos com idosos.
"A gente discutiu, em vários momentos, os ambientes da casa em que mais acontecem as quedas, os objetos e os mobiliários que deveriam estar presentes nos cenários de risco de quedas ou os objetos que previnem as quedas dentro desse ambiente. E a tecnologia foi construída não apenas pensando na pessoa idosa, mas também ouvindo e incorporando a perspectiva delas nesse processo".
A tese é intitulada Gerontecnologia do tipo jogo sério de realidade virtual para prevenção de quedas em pessoas idosas. Foi vencedora do prêmio CAPES de Teses 2026, na área de avaliação Enfermagem. Jamylle Lucas dá mais detalhes do jogo.
"Por meio da realidade virtual, o jogador precisa identificar esses elementos e dessa forma é estimulado a reconhecer situações que podem favorecer ou prevenir a queda dentro do ambiente domiciliar.
Para usar o PrevineQuedas são necessários o smartphone, óculos de realidade virtual, o aplicativo correspondente e uma cadeira giratória.
1:50Uma pesquisa apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) está desenvolvendo uma tecnologia que une inteligência artificial e biotecnologia para otimizar a produção de biogás em aterros sanitários. O projeto visa maximizar o aproveitamento de resíduos urbanos e impulsionar a geração de energia limpa, como detalha a Diretora de Administração e Finanças da Faperj, Luciana Lopes:

"Nós estamos falando do aproveitamento dos resíduos dos aterros para ampliar a produção de biogás, utilizando ferramentas de biotecnologia e inteligência artificial. Então, essa é uma pesquisa que tem um potencial alto para produzir, ao mesmo tempo, benefício ambiental, avanço tecnológico e resultado econômico. E é justamente essa capacidade de transformar ciência em solução que torna projetos como esse tão importantes para o desenvolvimento do nosso estado."
O estudo analisa uma série de dados para identificar os fatores que influenciam a produção de metano, principal componente do biogás, e descobrir formas de tornar mais eficiente o desempenho dos poços de captação instalados nos aterros.
A tecnologia será testada em uma unidade em operação e poderá ser adaptada para diferentes locais. De acordo com o pesquisador Álvaro Freitas, a equipe vai avaliar as condições dos aterros para entender por que alguns poços produzem menos gás do que outros.
"Onde a inteligência artificial entra nesse trabalho? Nós precisamos entender quais são as famílias de bactérias que estão presentes dentro do aterro sanitário, as condições da matéria orgânica, as condições do ambiente em termos de temperatura, umidade, pH e uma série de outras presenças físico-químicas. E, misturando todos esses fatores, nós conseguimos estabelecer a melhor dosagem do nosso biocomposto para que ele seja inserido lá."
Outro aspecto destacado pelo pesquisador é a peculiaridade dos aterros nas diferentes regiões do país. Freitas explica que é nessa questão que o uso da IA será mais decisivo.
"O aterro sanitário presente em um estado da região Nordeste é diferente de um aterro sanitário presente no estado da região Sudeste, por exemplo. Então, entendendo as regionalidades, as características de cada aterro e as questões ambientais, nós conseguimos dosar melhor o nosso composto e fazer com que ele maximize aquela produção de metano dentro de um aterro."
O biogás é gerado naturalmente durante a decomposição de resíduos orgânicos e pode ser usado na produção de energia elétrica. Após passar por tratamento e purificação, ele também pode ser transformado em biometano, um combustível renovável.
Com o aumento da quantidade de gás captada, cresce também o potencial de geração energética a partir do lixo que chega diariamente aos aterros sanitários. Além disso, a proposta pode fortalecer a gestão dos resíduos urbanos, combinando inovação, sustentabilidade e aproveitamento de uma fonte renovável de energia.
3:41A partir desta terça-feira, 8 de setembro, procedimentos de certificação e homologação de produtos para telecomunicações serão feitos na plataforma Certifica.

A informação é da Anatel, a Agência Nacional de Telecomunicações.
O antigo Sistema de Gestão de Certificação e Homologação, conhecido pela sigla SCH deixa, então, também a partir desta terça, de receber novos requerimentos.
O acesso à nova plataforma Certifica é feito no endereço: apps.anatel.gov.br.
Por lá, podem ser encaminhados e acompanhados procedimentos relacionados à avaliação da conformidade e à validade de produtos.
Os interessados nesses procedimentos são, geralmente, fabricantes, importadores, laboratórios e agentes envolvidos na certificação de produtos para telecomunicações.
Os formulários e manuais de orientação podem ser consultados na página de certificação de produtos da Anatel. Já as dúvidas sobre os procedimentos podem ser encaminhadas pelo endereço eletrônico [email protected].
1:22
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), unidade vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), iniciou a operação de um modelo computacional próprio de previsão do tempo. Desenvolvido nos últimos três anos, o Modelo para Previsões de Oceano, Terra e Atmosfera (Monan) está rodando no supercomputador Jaci, instalado no centro de dados do Inpe em Cachoeira Paulista (SP).

De acordo com o ministério, com o novo modelo, a precisão das previsões meteorológicas brasileiras passa agora a estar no mesmo patamar de órgãos de referência dos Estados Unidos e da Europa.
Um modelo de previsão do tempo é um software que simula as condições futuras da atmosfera por meio de equações físicas. Ele é alimentado por dados coletados em tempo real por satélites, radares e estações meteorológicas. A precisão e o detalhamento dos resultados gerados dependem diretamente do nível de avanço tecnológico do modelo e da capacidade de processamento dos supercomputadores utilizados.
O modelo brasileiro opera com cobertura global e resolução de 10 km, com duas atualizações diárias. Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, o Monan gera previsões do tempo altamente confiáveis com até 11 dias de antecedência. A pasta ressalta que o novo modelo garantirá alertas antecipados de desastres, agilizando o monitoramento de tempestades, frentes frias e secas severas.
O Monan também deve auxiliar no planejamento de plantios e colheitas, mitigando os prejuízos causados pelas oscilações do clima tropical, além de gerar estimativas mais detalhadas sobre o volume de chuvas nas bacias hidrográficas.
Ainda de acordo com o ministério, as próximas etapas de desenvolvimento incluirão um modelo regional para a América do Sul, capaz de captar o comportamento do tempo em recortes de apenas 5 km. Além disso, serão implementadas ferramentas específicas para previsões de curtíssimo prazo, chamadas de nowcasting, e válidas para até seis horas.
*Com informações da Agência Brasil
2:40Estudantes do curso técnico em Aquicultura do IFPA Campus Vigia aprenderam a transformar o filé de dourada em um novo produto alimentício durante uma atividade prática da disciplina de Beneficiamento do Pescado. O professor do IFPA, Paulo Marcelo Lins, falou sobre a importância do projeto na produção de alimentos.

"Muito do pescado que é produzido tem porcentagens que se perdem. O filé de muitas espécies da nossa região é cerca de 30%, no máximo 30% de proteína que é aproveitada durante o processamento. Então, a elaboração de embutidos de pescado pode ser uma forma da gente aproveitar aquela proteína que não foi bem aproveitada durante o processo de filetagem."
Durante a produção, os alunos acompanharam todas as etapas do processo, desde a preparação dos ingredientes até o embutimento e os cuidados com higiene e manipulação dos alimentos. A receita utilizou o filé de dourada, tripa suína, batata, limão, pimenta-do-reino e açafrão. O professor do IFPA, Paulo Marcelo Lins, falou sobre a importância do projeto para a formação acadêmica.
"Bom, esse tipo de projeto é muito importante para fortalecer o aprendizado dos alunos, para fixar o conhecimento, para pôr em prática aquilo que eles viram em sala de aula e, além disso, desperta neles o potencial empreendedor que pode ter dentro de cada um em vislumbrar a elaboração de tecnologias como essa na vida profissional deles."
A experiência mostrou aos estudantes novas possibilidades de aproveitamento da matéria-prima regional e também apresentou caminhos para quem deseja empreender com produtos derivados do pescado.
1:51Sete em cada dez empresas brasileiras guardam dados de clientes, mas a adoção de medidas de proteção está estagnada, de acordo com pesquisa da Cetic.br, o Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (31).

A informação mais armazenada é a biometria, como a digital por exemplo, e 9% das organizações têm dados de pessoas com menos de 18 anos. Apesar disso, somente um quinto tem uma área ou equipe dedicados à proteção de dados pessoais e apenas 16% têm um encarregado sobre o tema.
A questão é que esses números pouco se mexeram desde 2021, ano da primeira pesquisa. Tem espaço para melhorar, diz o coordenador do levantamento com as empresas, Leonardo Lins.
“Há uma preocupação legal, mas essa também é necessidade de aumentar a preocupação como o fluxo dos dados, dentro da organização. E é aí que a gente observa que há algumas lacunas importantes. Por exemplo, a nomeação de um encarregado de dados a gente também não observa aumento ao longo da série de pesquisa, desde 2021, da mesma proporção. Muito focado em grandes empresas e do setor TIC”.
Enquanto isso, um terço dos usuários de internet acima de 16 anos foram alvo de tentativas de golpe, cerca de 45 milhões de pessoas, afirma a pesquisa. Os aplicativos de mensagem, como Whatsapp e Telegram, e as ligações de telefone são os meios mais comuns de abordagem dos golpistas.
É preciso mais informações para uso seguro da internet, avalia Winston Oyadomari, outro coordenador da pesquisa.
“Se, por um lado, qualquer um está exposto a esse risco e pode ser vítima de um golpe como esse, quando a gente avalia o perfil de escolaridade, os indivíduos de menor escolaridade reportam mais, por exemplo, perda de dados de acesso a contas, prejuízo financeiro. Além do mal-estar que isso causa pras famílias. É importante relacionar essa questão dos golpes com dados pessoais à questão das habilidades digitais. Melhores habilidade para um uso seguro e adequado da tecnologia”.
Preocupação que aumenta com a popularização da Inteligência Artificial, destaca Manuela Ribeiro, coordenadora de projetos de pesquisa Cetic.br.
“Isso exige que também sejam pensadas ações para que as pessoas saibam como esses dados estão sendo utilizados, por exemplo, ou como vão ser usados os dados pessoas, na IA generativa. E, além disso, acompanhar que as organizações, sejam públicas ou privadas, de fato usem essas tecnologias de modo que elas garantam a proteção dos dados dos indivíduos”.
66% dos entrevistados que usam IA generativa, como Chat GPT e DeepSeek, afirmam estar preocupados com uso de dados pessoais por essas empresas.
*Com produção de Daniel Lima
2:41A Nasa, agência espacial dos Estados Unidos, lançou neste domingo o telescópio espacial Roman.

O equipamento foi enviado ao espaço a partir do Centro Espacial Kennedy, na Flórida.
A partir do lançamento, o Roman começa a viagem de cerca de três meses até o ponto onde ficará estacionado, a cerca de 1,5 milhão de quilômetros da Terra.
O novo telescópio vai mapear grandes regiões do universo com um campo de visão cerca de 100 vezes maior que o telescópio Hubble.
A missão está prevista para durar ao menos cinco anos.
O telescópio deverá estudar bilhões de galáxias e medir como o universo evoluiu ao longo do tempo.
Segundo a Nasa, a perspectiva é que ele possa identificar 100 mil novos exoplanetas, que são planetas fora do nosso sistema solar.
O Roman deve auxiliar pesquisas sobre a existência de planetas semelhantes à Terra e sobre a existência de zonas habitáveis.
O telescópio permitirá identificar uma lista de planetas para um estudo futuro mais detalhado sobre condições de existência de vida.
Os dados obtidos pelo Roman permitirão ainda estudos sobre matéria escura, energia escura, evolução das galáxias, expansão do universo e supernovas.
O projeto teve custo estimado em cerca de US$ 4 bilhões.
1:31O Sesi Tocantins e o IFTO realizam no sábado, dia 29, a etapa estadual da Olimpíada Brasileira de Robótica 2026 aqui na capital.

A competição será sediada na Nova Escola Sesi de Referência.
Ao todo, 98 equipes participam das modalidades práticas de robótica de resgate e robótica artística.
Na modalidade de resgate são 67 equipes, enquanto a artística reúne 31 equipes.
Os estudantes vão colocar à prova conhecimentos de programação, montagem, criatividade e raciocínio lógico.
As atividades começam às 8h e seguem durante todo o dia.
O encerramento está previsto para as 18h com a cerimônia de premiação.
As equipes com melhor desempenho garantem vaga na etapa nacional em novembro na Paraíba.
O público também poderá acompanhar as competições e conhecer a estrutura da Nova Escola Sesi de Referência de Palmas.
1:02
Para os alunos concluintes, a PND é considerada a avaliação teórica obrigatória do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) das Licenciaturas, que, por sua vez, é um pré-requisito para a obtenção do diploma do curso de graduação.
Neste ano, a PND contemplará 21 áreas de avaliação: Artes Visuais, Biologia, Ciências da Natureza, Ciências Sociais, Computação, Dança, Educação Física, Filosofia, Física, Geografia, História, Letras Espanhol, Letras Português, Letras Português e Espanhol, Letras Português e Inglês, Letras Inglês, Matemática, Música, Química, Pedagogia e Teatro.
Os portões nos locais de prova da PND serão abertos em todo o país às 12h e fechados às 13h (no horário de Brasília). A prova começa às 13h30 e termina às 19h.
As provas são compostas por uma parte de Formação Geral Docente, com 30 questões objetivas e uma discursiva, e 50 questões objetivas de componente específico da área escolhida.
A nota geral varia de 0 a 100 pontos. A parte objetiva corresponde a 80% da nota, enquanto a questão discursiva representa os outros 20%.
O Cartão de Confirmação da Inscrição pode ser acessado pelo Sistema PND. O documento também mostra o local de aplicação do exame. Será necessária a apresentação de documento oficial com foto, físico ou digital. Documentos digitais devem ser apresentados no aplicativo oficial do Gov.br.
Para o preenchimento da prova só será permitida a caneta esferográfica de tinta preta em material transparente. Outros materiais e cores não serão aceitos.

Os docentes que fariam a prova no Colégio Estadual Astolpho Macedo de Souza, no bairro São Basílio Magno, agora terão que fazer o exame na Escola Municipal Hilda Romanzini de Melo, que fica na Praça Coronel Amazonas, 100, no Centro.
Segundo o Inep, a mudança ocorreu devido à necessidade de uso dos dois colégios estaduais, onde originalmente seria aplicada a prova, para abrigar a população afetada pelos recentes eventos climáticos locais.
A orientação é que todos os participantes consultem novamente seu cartão de confirmação de local de prova no Sistema PND para verificar as informações atualizadas.
Outra ação obrigatória antes da realização da prova é responder ao questionário da PND até as 23h59 deste sábado (19). O preenchimento é obrigatório para que o participante possa visualizar o local onde realizará a prova neste domingo (20).
Os portões dos locais de prova abrem às 12h (horário de Brasília) e fecham às 13h (também no horário de Brasília), simultaneamente em todo o país. O exame começa às 13h30 e termina às 19h.
De acordo com o Inep, é obrigatória a apresentação de documento oficial com foto, físico ou digital. Documentos digitais devem ser apresentados no aplicativo oficial do Gov.br. Só é permitido o uso de caneta esferográfica de tinta preta feita com material transparente. Outros materiais e cores não serão aceitos.

Silva analisou as informações de mais de 6 mil exoplanetas já descobertos até agora, a partir de um banco de dados da Nasa, a agência espacial estadunidense. Ele examinou informações como raio, densidade e distância em que orbitam em relação à estrela.
“A zona de habitabilidade é uma zona que possibilita a água líquida porque não é nem tão quente, mais próximo da estrela, e nem tão frio, para longe da estrela. Então é a zona perfeita. A gente chama de Goldilocks Zone, a Zona dos Cachinhos Dourados”, explica Silva.
Por fim, estimou as características da atmosfera, além da pressão e temperatura da superfície. Silva, então, elencou os oito exoplanetas mais parecidos com o nosso, portanto, com maiores possibilidades de possuir água em estado líquido e sustentar vida.
“A Terra é o único exemplo que a gente vai ter, por enquanto, para se definir vida, para se definir quais são as características necessárias para se ter água líquida”, afirma o pesquisador, que apresentou seu trabalho nesta semana, na 6ª edição do Astrobion, evento sobre astrobiologia organizado pelo Observatório Nacional, no Rio de Janeiro.
Dos oito exoplanetas, o mais parecido com a Terra é chamado de GJ 1002b, que, segundo a pesquisa do Observatório Nacional, tem 98% de similaridade com o nosso planeta.
Descoberto em 2022, o GJ 1002b, localiza-se a 16 anos-luz do nosso planeta (ou seja, a luz leva 16 anos para fazer o trajeto entre os dois planetas). Ele orbita uma estrela anã-vermelha (tipo M), que é mais fria que o Sol. Cada volta em torno da estrela, leva apenas 10 dias.
“A gente está buscando um planeta que tenha condições similares à Terra. Mas isso não quer dizer que seja o único lugar possível de ter vida no universo, porque podem existir outras formas de vida que a gente ainda não conheça e que precisem de características químico-físicas diferentes”, ressalta o professor Marcelo Borges Fernandes.
A possibilidade de haver vida fora da terra é parte do imaginário popular há séculos. Na Grécia Antiga, pensadores já especulavam sobre a possibilidade de haver vida na Lua. A busca por organismos extraterrestres ganhou força com o início da corrida espacial, entre os anos 50 e 60.
Nas primeiras décadas, no entanto, a busca se focou em nosso Sistema Solar, em especial naqueles corpos celestes mais próximos da Terra, como a própria Lua e o planeta Marte, e na recepção de sinais enviados por eventuais civilizações extraterrestres.
Em 1992, no entanto, os primeiros exoplanetas, chamados de Poltergeist e Phobetor, foram descobertos. De lá para cá, foram mais de 6 mil descobertas na nossa galáxia, elevando assim o número de locais onde a vida pode ter se desenvolvido.
A busca por vida nesses locais, no entanto, é uma tarefa difícil, uma vez que todos eles estão a anos-luz da Terra, o que inviabiliza, pelo menos com a tecnologia existente, que sejam visitados. O estudo desses exoplanetas é feito por meio de observações intermediadas pela estrela à qual eles orbitam.
A forma de verificar a possível existência de vida nesses casos é através do exame da atmosfera desses exoplanetas. Telescópios, como o James Webb, possuem equipamentos que analisam as ondas de luz emitidas pela estrela quando o planeta está transitando em frente a ela. Esses aparelhos conseguem perceber as variações ocorridas quando elas interagem com a atmosfera do exoplaneta, já que cada substância química tem sua própria marca.
“Com alta resolução espectral, você pode ver se existe uma atmosfera, determinar a composição química da atmosfera e, com isso, você vai juntando cada pecinha do quebra-cabeça de forma tentar definir se aquele planeta pode ter condições ideais para existência da vida ou não”, explica Fernandes.
O que os cientistas que buscam vida fora da Terra, os chamados astrobiólogos, buscam são as chamadas bioassinaturas. São substâncias ou uma combinação delas que, na Terra, são comumente produzidas pela ação de mecanismos biológicos, como é o caso da coexistência dos gases metano e oxigênio.
Recentemente um estudo liderado pela Universidade de Cambridge analisou a atmosfera do exoplaneta K2-18b e encontrou sinais de metano e dióxido de carbono. Também foi detectada uma assinatura que poderia ser sulfeto de dimetila (DMS), uma molécula que, na Terra, é produzida apenas por seres vivos, como os fitoplânctons.
Como este é um planeta que tem probabilidade de ser coberto por um oceano de água global, veículos de imprensa noticiaram que cientistas haviam descoberto sinais de vida em um planeta distante.
O problema é que muitas das bioassinaturas, inclusive as substâncias encontradas em K2-18b, poderiam ser produzidas também por meios abióticos, como processos geológicos ou radiação.
“A gente tem que ter sempre muito cuidado para analisar isso e comparar com o único exemplo que a gente tem, que é a Terra, para saber se a única explicação seria uma fonte de vida ou se pode ser de fontes geológicas ou atmosféricas não ligadas à vida, que reproduziriam aquela possível bioassinatura”, ressalta Fernandes.
De acordo com o pesquisador do Laboratório Analítico de Astrobiologia da Nasa José Aponte, encontrar bioassinaturas de forma isolada no espaço não é sinal inequívoco de vida. "Nenhuma análise, por si só, pode garantir uma confirmação definitiva [da existência de vida]. É preciso haver mais de uma linha de evidência para que isso aconteça".
Aponte destaca que a combinação de três aspectos pode ser um forte indicador de que aquelas bioassinaturas são mesmo produzidas por seres vivos. O primeiro seria a repetição de moléculas no ambiente. "Se aquela molécula se repete exaustivamente e isso é consistente depois de várias medições, isso poderia representar uma bioassinatura".
A segunda linha de evidências seria a predominância de um tipo de quiralidade. Moléculas quirais são aquelas que têm a mesma estrutura química, mas não são exatamente iguais. Algumas desviam a luz para a esquerda e outras, para a direita. Um bom exemplo para explicar isso são as mãos esquerda e direita. Elas são a imagem espalhada uma da outra, mas se formos sobrepô-las (ambas com as palmas para baixo), elas não se encaixam.
Na Terra, os organismos usam quase que exclusivamente os aminoácidos de configuração L (ou seja, são como nossa mão esquerda), salvo poucas exceções. Já os açúcares são praticamente todos de configuração D (isto é, como a mão direita). "Então uma segunda linha de evidência seria encontrar a predominância de um tipo de molécula quiral [no lugar investigado]".
E a terceira linha de evidências seria a análise de isótopos, isto é, elementos químicos que têm massas diferentes. Na Terra, a vida tem preferência pelos isótopos mais leves, como o carbono 12, em vez do carbono 13, e pelo hidrogênio em vez do deutério (isótopo mais pesado do hidrogênio).
"Bioassinaturas em outros lugares também poderiam ser ricas nos isótopos mais leves. Então, não se trata apenas de encontrar uma única molécula, mas sim de encontrar mais de uma linha de evidência combinada", explica o pesquisador da Nasa.
Mesmo aquelas moléculas orgânicas que são chamadas de ingredientes da vida, como os aminoácidos ou as bases nitrogenadas que formam nosso código genético, não podem ser consideradas provas da existência de vida extraterrestre.
Aponte é parte do grupo de cientistas que analisou amostras de rochas coletadas por uma sonda no asteroide Bennu, que orbita próximo à Terra. Dezenas de moléculas orgânicas foram detectadas no corpo celeste, entre elas os três componentes dos ácidos nucleicos: fosfatos, o açúcar ribose (que é parte da estrutura do RNA, o ácido ribonucleico) e as cinco bases nitrogenadas que formam os nucleotídeos de todos os seres vivos: adenina, guanina, citosina, timina e uracila.
Também foram detectados, nada menos que 14 dos 20 aminoácidos usados na produção de proteínas pelos organismos terrestres, inclusive o triptofano, que nunca havia sido observado em amostras extraterrestres.
Nada disso, no entanto, é sinal de vida extraterrestre, já que essas moléculas podem ter sido formadas de forma abiótica pela ação de radiação ou de reações químicas em um ambiente aquoso, há centenas de milhões de anos.
“No caso de encontrarmos um composto do tipo nucleotídeo ou uma cadeia de RNA, a história é outra. Isso poderia ser uma evidência mais robusta, porque moléculas como essas são muito frágeis e se decompõem muito rapidamente em termos geológicos”, afirma Aponte.
Apesar das dificuldades para se localizar vida fora da Terra, há grandes expectativas em relação a futuras missões não tripuladas dentro do próprio Sistema Solar, como a Europa Clipper, que deve chegar, em 2030, a Europa, satélite que orbita Júpiter. Há indícios de que, sob a crosta de gelo dessa lua joviana, exista um oceano de água salgada, que pode ter condições de abrigar vida.
Outra missão, a Dragonfly, deverá ser lançada em 2028, rumo a Titan, uma das luas de Saturno, que possui uma atmosfera possivelmente rica em nitrogênio, além de metano em forma líquida em sua superfície. O robô, que tem o mesmo nome da missão, deve chegar a Titan em 2034 e buscará indicadores químicos de vida baseada em água ou em hidrocarbonetos, como o metano.
Há expectativas também em relação a outra lua de Saturno, Enceladus, que, assim como Europa, também pode abrigar um oceano sob sua crosta de gelo; e a Marte, onde há calotas de gelo e possivelmente reservatórios subterrâneos de água.

Os participantes surdos ou com deficiência auditiva, com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou com dislexia também contam com versões do documento que trazem orientações específicas a estes públicos, no mesmo endereço eletrônico.
As provas do Enem 2026 serão aplicadas nos domingos 8 e 15 de novembro. A redação integra o primeiro dia de aplicação do exame, em todo o país.
A publicação reúne recomendações gerais e orientações do Inep para auxiliar os participantes na preparação para a prova de redação.
O conteúdo esclarece qual é a Matriz de Referência da redação. Traz também exemplos, acompanhados de comentários pedagógicos dos corretores, das redações que alcançaram altas pontuações na edição de 2025 do exame, o que permite aos participantes compreender, na prática, os critérios utilizados na avaliação dos textos.
O material ainda incentiva quem está se preparando para a prova de redação a ler frequentemente para ampliar o vocabulário, diversificar o repertório sociocultural e auxiliar na elaboração de propostas de intervenção ao tema proposto pelo Inep.
O documento detalha as cinco competências avaliadas pelos corretores da redação do Enem 2026. Ao redigir seu texto, o candidato deve:
Neste último ponto, o documento observa a necessidade de respeito à dignidade humana; igualdade de direitos; reconhecimento e valorização das diferenças e diversidades; Estado laico; democracia na educação; e sustentabilidade socioambiental.
A cartilha alerta o aluno para ter cuidado com o chamado “repertório de bolso”, com referências prontas, memorizadas e frequentemente usadas pelos participantes, de forma genérica e pouco aprofundada, sem conexão real com o tema.
“É como se fosse um repertório guardado no bolso para ser usado com qualquer tema, mesmo que não seja totalmente adequado ou pertinente”, diz a cartilha.
Ainda de acordo com o documento, para que uma redação seja compreendida é necessário selecionar os argumentos; relacionar as partes do texto; progredir adequadamente no desenvolvimento do tema com a apresentação das ideias de forma organizada e apresentação dos argumentos para a defesa do ponto de vista escolhido.
Cada redação será corrigida por dois avaliadores, que atribuirão uma nota de 0 a 200 pontos em cada uma das cinco competências avaliadas.
A soma desses pontos vai compor a nota total atribuída por cada avaliador, que pode chegar a 1 mil pontos. A nota final do participante será a média aritmética das notas totais atribuídas pelos dois avaliadores.
Entre as situações que podem levar à nota zero ou anulação estão:
A cartilha explica que, se ocorrer a cópia de textos da própria prova de redação ou do caderno de questões, a quantidade de linhas copiadas será descontada do total de linhas.
O Exame Nacional do Ensino Médio é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.
Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições de ensino de Portugal que têm convênio com o Inep.
Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão do ensino médio para os candidatos com 18 anos de idade completos que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.
Pela primeira vez, em 2026, o Enem também será adotado como instrumento para avaliar a qualidade do ensino médio brasileiro, o que amplia seu papel no acompanhamento das políticas educacionais.

“Sabe-se que, historicamente, elas têm uma taxa de analfabetismo mais elevada do que as pessoas sem deficiência. Parte dessa diferença decorre da maior concentração de pessoas com deficiência entre os idosos, gerações menos escolarizadas do que as gerações atuais. Contudo, esse enfoque nos jovens consegue acrescentar que a desigualdade entre as pessoas com deficiência e sem deficiência não se resume só à questão geracional”, destaca a pesquisadora do IBGE Luanda Botelho.
No entanto, mesmo entre os tipos de deficiência com menor taxa de analfabetismo do grupo - aquelas com alguma dificuldade de enxergar (3,5%), - ela é mais do que o triplo daquela observada entre as pessoas sem deficiência.
As demais taxas são de 10% entre as pessoas com dificuldade de ouvir, de 23,3% entre aquelas com dificuldade de caminhar ou subir escadas (23,3%) e de 31,3% entre aquelas com dificuldade de pegar objetos pequenos (31,3%).
A frequência escolar é menor também entre as pessoas com deficiência. As taxas eram de 92,6% para as crianças de 6 a 14 anos e de 79,5% para os jovens entre 15 e 17 anos.
Os índices são inferiores aos observados entre aqueles sem deficiência: 98,4% para crianças de 6 a 14 anos e 85,4% para jovens de 15 a 17 anos.
Aqueles com deficiência profunda, ou seja, que não conseguem de forma alguma escutar, ouvir, pegar objetos ou caminhar, eram os menos incluídos no sistema escolar. Nesse grupo, os índices de frequência eram de 82,3% para crianças de 6 a 14 anos e de 65,6% para jovens de 15 a 17 anos.
Segundo o Censo Escolar 2025, as escolas com banheiro acessível representavam 57% do total, aquelas com sala de recursos multifuncionais eram 30% e as que possuíam profissional de apoio, 26,2%. As escolas com pelo menos um desses recursos eram 78,5%.
Havia, no entanto, diferenças entre as duas redes. A rede privada tinha mais banheiros acessíveis: 64,4% contra 54,8% na rede pública. Já a rede pública tinha vantagens em relação à existência de profissional de apoio: 32,8% das escolas, contra 4,6% na rede privada.
Em relação às salas de recursos multifuncionais, que são espaços equipados e destinados ao atendimento escolar especializado, a estrutura estava presente em 34,5% das escolas da rede pública, contra 15,2% nas privadas.
A pesquisa mostra ainda que, de 2014 para 2024, a presença de pessoas com deficiência em cursos de ensino superior quase triplicou, passando de 33.377 para 95.572 alunos. Se antes as matrículas destes estudantes representavam 0,43% do total dos alunos de graduação do país, passaram a ser 0,93%.
O crescimento foi puxado principalmente pelos cursos de graduação a distância. Enquanto as matrículas em cursos presenciais quase duplicaram no período (de 26.637 para 50.609), o número de estudantes em curso a distância cresceu mais de seis vezes ( de 6.740 para 44.963).
Confira mais detalhes da pesquisa no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

O preenchimento é obrigatório para que o participante possa visualizar o local onde realizará a prova neste domingo (20), entre 13h30 e 19h. Os portões serão fechados às 13h (horário de Brasília).
Os participantes inscritos no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) das Licenciaturas 2026 como concluintes pelos coordenadores do curso devem preencher o Questionário do Estudante, exclusivamente no Sistema Enade. O acesso exige o login e senha da conta da plataforma Gov.br.
O procedimento completo do documento é obrigatório e funciona como requisito para visualização do local de aplicação da prova.
O questionário tem 70 perguntas, como estado civil, cor ou raça, se o candidato tem filhos, alguma deficiência ou transtorno de desenvolvimento, situação financeira, nível de escolarização dos pais do candidato, entre outras.
As respostas serão analisadas pelo Inep e agregadas por curso de graduação, preservando-se o sigilo de identidade de quem o respondeu.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) explica que é responsabilidade do estudante preencher corretamente as informações prestadas e é responsabilidade da instituição de ensino superior acompanhar a situação de preenchimento do questionário.
De acordo com o edital da PND 2026, os dados coletados são usados em processos de avaliação dos cursos de graduação e das instituições de educação superior.
>> Veja aqui como foi o Questionário do Estudante do Enade Licenciaturas do ano passado.
Os demais inscritos na PND que têm formação em licenciatura e querem lecionar em escolas da rede pública devem responder ao Questionário Contextual, que reúne informações sobre o perfil do participante e o contexto de sua formação.
Estes candidatos devem preencher os respectivos questionários diretamente no Sistema PND do Inep.
O Questionário Contextual é voltado ao aperfeiçoamento da formação inicial de professores, por meio de políticas públicas coordenadas pelo MEC.
A Prova Nacional Docente tem o objetivo de melhorar a qualidade dos processos seletivos para professores e, também, induzir o aumento de professores qualificados no magistério público.
A iniciativa federal integra o programa Mais Professores para o Brasil, que reúne ações para promover a valorização e a qualificação do magistério da educação básica e o incentivo à docência no Brasil.

Na categoria que engloba projetos da educação infantil até os primeiros anos do ensino fundamental, a vencedora foi a Casa da Infância, em Salvador (BA). A escola privada desenvolve um projeto de intercâmbio educativo e sustentável entre quatro escolas do Brasil e da Colômbia.
As ações incluem encontros presenciais e virtuais, além da troca de cartas e conteúdos em português, espanhol e inglês, que promovem o compartilhamento de boas práticas entre as instituições de ensino.
“Entre os resultados está essa abertura de dialogar com o diferente, de compreender que pode aprender potências e forças com aqueles que parecem ter uma realidade tão distinta. A gente percebeu as crianças muito abertas, inclusive com repertório de literatura, de questões raciais”, disse Marília Dourado, gestora da Casa da Infância.
O projeto já promoveu imersões na Caatinga, na Mata Atlântica e em comunidades tradicionais, além da participação em seminários internacionais e visitas entre as escolas participantes.
“Recebemos educadores da Colômbia aqui, depois a gente vai até lá viver a experiência de troca. Isso marca uma ampliação de conhecimento de mundo, de repertório linguístico, [abordando também] identidade de território e ancestralidade”, disse Marília.
Segundo a instituição, cerca de 2 mil pessoas foram impactadas pelo projeto, dentro e fora das escolas.
Na categoria que avalia experiências dos anos finais do ensino fundamental, ensino médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA), o projeto premiado foi o EcoLuz Trap – Tecnologia de Baixo Custo contra Vetores de Doenças na Amazônia. O protótipo de armadilha contra mosquitos foi desenvolvido por estudantes do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), do Campus Marabá Industrial, de Marabá (PA).
Os estudantes criaram uma armadilha luminosa de baixo custo para reduzir a presença de mosquitos vetores de doenças, dispensando o uso de inseticidas. A tecnologia utiliza materiais reaproveitados, como latas, fios e componentes eletrônicos. Dessa forma, a solução torna-se acessível e replicável.
O professor Ríguel Contente, que conduziu o projeto, contou sobre a primeira conversa com os estudantes para dar início ao projeto.
“Eu conversei em sala de aula com os alunos: como é na casa de vocês essa questão de mosquito? E é muito ruim para eles, porque a maior parte mora em áreas periféricas e, aqui em Marabá é muito quente. As pessoas têm que abrir a janela à noite, tem todo aquele incômodo da presença de muito mosquito na residência.”
A partir disso, eles fizeram o diagnóstico do problema, a construção dos protótipos, os testes com diferentes cores de LED, até o registro e a identificação dos insetos capturados.
A estrutura externa da armadilha é uma lata de leite, com uma tela colocada embaixo, pés feitos de tampas de garrafa e uma fonte 12 volts de aparelhos descartados. Há ainda uma espécie de pequeno ventilador e lâmpadas.
“Tem a parte de desenho técnico, estudar como fazer o desenho da armadilha. Depois tem que ir para a parte experimental, ver qual é a lâmpada que vai ter a melhor eficiência de atração de mosquito. Fizemos várias réplicas com lâmpada vermelha, verde, roxo, azul, e espalhamos pela escola”, relatou Ríguel.
O professor ressalta que, por meio da iniciativa, foi possível aproximar os estudantes da ciência, tecnologia e sustentabilidade para encontrar respostas para problemas concretos enfrentados pela comunidade.
“Os alunos também tiveram experiência com estatística, saber o que é uma média, o que é um índice, fazer gráficos e tabelas. E tem a questão de saber identificar os mosquitos, então o aluno tem que conhecer a zoologia”, lembrou o professor, acrescentando que os estudantes puderam apresentar os resultados em congressos e feiras.
Segundo a instituição, a proposta alcançou cerca de 3,5 mil pessoas. “Além dessa parte educacional, que teve um impacto muito bom para os alunos, a gente vai agora para a extensão, que é levar esse equipamento para as pessoas [de fora da escola]. O primeiro beneficiado foi a própria escola, porque a gente espalhou essas armadilhas nos espaços", contou.
Ao todo, dez projetos foram finalistas desta edição do Prêmio Escolas Sustentáveis, que é aberto a escolas públicas e privadas. Além de receber um prêmio em dinheiro, as escolas campeãs seguem agora para a etapa internacional da competição, que ocorrerá na Cidade do México, em 2 de dezembro.
O prêmio é uma iniciativa da Fundação Santillana, da Santillana e da Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OIE). O diretor executivo da Fundação Santillana no Brasil, Luciano Monteiro, ressaltou que o prêmio tem a missão de valorizar e reconhecer o que as escolas fazem em favor da sustentabilidade.
“A ideia é mostrar que sustentabilidade não é só meta global, grandes projetos internacionais. Sustentabilidade é algo que acontece perto de nós também. Isso acontece quando estudantes, professores, crianças, olham situações da sua comunidade e pensam em estratégias para corrigi-las”, explicou Luciano.
O site do prêmio reúne o repositório dessas boas práticas e tecnologias para que outras escolas possam conhecer, replicar e adequar à sua realidade.

A adesão das redes municipais, em 2026, representa um crescimento percentual de 33,09% em relação à adesão de 1.508 municípios, em 2025. Na primeira edição da Prova Nacional Docente (PND), o Ministério da Educação (MEC) também anunciou, a adesão de 22 redes de ensino estaduais.
De acordo com a portaria publicada pelo Ministério da Educação (nº 527/2026, em junho, os 23 governos estaduais que aderiram à Prova Nacional Docente são: Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
Somente os estados do Amazonas, Ceará e Goiás, além do Distrito Federal, não têm confirmado o registro na categoria Estadual.
Em relação à lista dos municípios, as 2.007 redes municipais de ensino participantes são de 26 estados brasileiros.
Neste ano, as 25 capitais participantes na esfera municipal são:
Região Norte: Rio Branco, Manaus, Macapá, Belém, Porto Velho e Boa Vista;
Região Nordeste: Maceió, Salvador, Fortaleza, São Luís, João Pessoa, Recife, Teresina, Natal e Aracaju;
Região Centro-Oeste: Goiânia, Cuiabá e Campo Grande;
Região Sudeste: Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Vitória;
Região Sul: Curitiba, Porto Alegre e Florianópolis.
Somente a capital Palmas não vai adotar esta edição da PND em seus processos seletivos de professores.
O governo do Distrito Federal (GDF) informou à Agência Brasil que não aderiu até o momento à Prova Nacional Docente (PND) porque ainda analisa tecnicamente a compatibilidade da política pública federal com a realidade da rede local de ensino e suas especificidades que demandam perfis e formações profissionais específicas.
A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) anunciou que prepara novo concurso para a educação, com previsão de edital ainda em 2026, para as carreiras de magistério público (professor e orientador educacional) e de políticas públicas e gestão educacional. “Atualmente, a secretaria trabalha na elaboração final do termo de referência para a contratação da banca organizadora, com previsão de publicação do edital ainda em 2026”, diz o comunicado.
O Distrito Federal também esclarece que o último concurso, realizado em 2022, já resultou na nomeação de mais de 11,5 mil aprovados, desde 2023, e permanece válido até julho de 2027. A estimativa é preenchimento de 2.650 vagas imediatas e 7.954 para cadastro de reserva.
Por fim, a rede pública do DF também destacou que há um banco de professores temporários aprovados, válido para chamamento no ano letivo de 2026 e passível de prorrogação para 2027.
Em nota à Agência Brasil, a Secretaria Municipal da Educação de Palmas declarou que não tem previsão de realizar um novo concurso público para professores efetivos, pois o concurso realizado em 2024 continua vigente.
Sobre a contratação de docentes temporários, a prefeitura afirmou que realiza anualmente processos seletivos para professores substitutos, de acordo com as necessidades da rede municipal de ensino e dentro das normas legais, com o objetivo de garantir a continuidade dos serviços educacionais. “Com isso, a pasta busca assegurar a continuidade dos serviços educacionais”, diz a nota.
A Secretaria de Educação de Goiás informou que a decisão de não aderir à prova é motivada pela existência de processos seletivos e de um concurso público vigente para provimento de cargos do magistério estadual, com oferta de 5.050 vagas para o quadro permanente da rede estadual. A pasta ressalta que a adesão à PND é facultativa e que a prova não substitui concursos ou seleções próprias dos estados e municípios.
A Seduc/GO explica ainda que, no momento, não há anúncio de novos certames além dos processos de provimento já em andamento. “A Secretaria informa que novos certames dependem do planejamento da Pasta, da necessidade da rede e das condições administrativas e orçamentárias.”
A Agência Brasil entrou em contato, ainda, com as secretarias estaduais de Educação do Amazonas e de Goiás. O espaço segue aberto para manifestações.
A PND tem o objetivo de promover a realização de concursos públicos ou de outros processos seletivos para a contratação de docentes pelas redes públicas de ensino. Os resultados podem ser usados por estados e municípios que fizeram a adesão formal ao programa. Os entes podem usar o resultado objetivo pelo candidato como mecanismo único ou complementar de seleção dos profissionais para trabalhar no magistério público.
A prova ainda tem os objetivos de melhorar a qualidade dos processos seletivos para professores, e, também, induzir o aumento de professores qualificados no magistério público.
A iniciativa federal voltada aos licenciados integra o programa Mais Professores para o Brasil, que reúne ações integradas para promover a valorização e a qualificação do magistério da educação básica e o incentivo à docência no Brasil.
* Texto alterado às 18h50 para inclusão da manifestação da Secretaria de Educação de Goiás
O Sindicato Nacional de Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) lança nesta quarta-feira (16), na capital paulista, o documentário Educação e Ciência por um Brasil que dá certo. A exibição será às 17h, na Casa de Cultura Japonesa da USP (Campus Butantã). O filme faz parte da campanha do Andes Lutar não é Crime!, para combater os ataques ideológicos e orçamentários à educação superior e à ciência públicas. A obra reforça ainda o papel fundamental de ambas na transformação da realidade no país. 

Com duração de 25 minutos, a obra é uma produção da Cajuína Filmes, com direção de André Manfrim, e reúne depoimentos de pessoas que tem a vida impactada diariamente pelo ensino superior e pela ciência. Também participam lideranças estudantis e sindicais, personalidades públicas.
“O documentário pretende ser um instrumento contra a desesperança alimentada pela extrema direita e pelo realismo cínico de quem só defende cortes. Queremos chamar a atenção da população brasileira para a esperança, para a defesa desses patrimônios nacionais tão importantes para nossa classe trabalhadora, que são as instituições de ensino e pesquisa públicas”, explicou o presidente do Andes-SN, Cláudio Mendonça.
Em seguida, o documentário será lançado no Rio de Janeiro, no Salão Nobre IFCS/UFRJ (17 de setembro); em Brasília, Auditório da Adunb/Campus Darci Ribeiro (23 de setembro); em Salvador, na Praça das Artes UFBA, Campus Ondina (24 de setembro); em Manaus, no Largo de São Sebastião, em frente ao Teatro Amazonas (30 de setembro); e em Curitiba, no Cine Passeio (7 de outubro).
Outro objetivo do documentário é reforçar dados oficiais, como o de que mais de 95% da produção científica brasileira provém das Universidades públicas. Segundo o Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (Inpi), quatro das seis maiores requisitantes de patentes no país são universidades públicas.
Além disso, aborda o fato de que a presença de estudantes negros e negras nas Universidades públicas brasileiras cresceu mais de 22%, nos últimos 20 anos, chegando a 51,2% do total de matrículas.
“Atualmente, 64,7% dos estudantes das Universidades públicas vieram, integral ou majoritariamente, de escolas públicas; 70,1% dos estudantes pertencem a famílias com renda mensal per capita de até 1,5 salário mínimo”, diz o Andes.
Segundo o IBGE, a taxa de emprego informal é 45% menor entre pessoas com ensino superior completo, em comparação com quem cursou apenas o ensino médio. Trabalhadoras e trabalhadores com ensino superior ganham, em média, 148% mais do que aquelas e aqueles com apenas ensino médio.
O número de professores do ensino médio com até 24 anos caiu 31,1% entre 2015 e 2025, enquanto o contingente de docentes com 60 anos ou mais aumentou 104,5% no período. Os dados fazem parte da segunda edição da pesquisa “Apagão dos Professores: o desafio da renovação dos professores no Brasil”, do Instituto Semesp, que aponta dificuldade crescente para a renovação do quadro docente da rede pública.

Segundo o instituto, o envelhecimento do quadro docente, com aumento da proporção de professores em idade mais próxima da aposentadoria, e a intensa contratação de docentes temporários e terceirizados são fatores que podem dificultar a renovação da rede pública. A entidade estima que, em 2040, deverá haver um professor de até 24 anos para cada seis docentes com 60 anos ou mais.
Os dados foram divulgados na manhã desta quarta-feira (16), no 28º Fórum Nacional do Ensino Superior Particular Brasileiro (FNESP), em São Paulo. Além de representantes do Semesp, participam do evento autoridades do Ministério da Educação (MEC), da Unesco e de outros países, como África do Sul, China, Colômbia e México.
Na comparação entre 2015 e 2025, a entidade constatou que o número de professores com até 24 anos encolheu de 17,3 mil para 11,9 mil. Já o contingente de profissionais com idade a partir de 60 anos mais que dobrou, passando de 18,2 mil para 37,3 mil.
Outra conclusão foi de que as contratações temporárias passaram de 146 mil para 205 mil, um crescimento equivalente a 40,4%. Os docentes com esse tipo de vínculo representavam 32,2% do quadro público e passaram a corresponder a 43,4%.
Por outro lado, o quantitativo de professores concursados, efetivos ou estáveis caiu de cerca de 305 mil para 255 mil. Em 2015, eles representavam 67,2% do quadro e, em 2025, passaram a corresponder a pouco mais da metade (54,1%).
Para projetar a capacidade de renovação do quadro docente diante das aposentadorias, o instituto criou um indicador próprio, chamado Taxa de Renovação Docente. Quanto menor o índice, maior a dificuldade de reposição dos profissionais.
Em 2015, havia praticamente um professor com até 24 anos para cada professor com 60 anos ou mais. passou a ser de aproximadamente um professor de até 24 anos para cada três com 60 anos ou mais, com a taxa caindo de 0,95 para 0,32. As menores taxas de renovação foram registradas em Geografia (0,216), História (0,234), Língua Portuguesa (0,240), Sociologia (0,263), Filosofia (0,274) e Artes (0,278).