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...No altar da Cátedra, na Basílica de São Pedro, Leão XIV presidiu a missa das exéquias do cardeal, presidente emérito da Conferência Episcopal Italiana (CEI), que faleceu na última terça-feira aos 95 anos. Em sua homilia, o Pontífice recordou o lema episcopal do cardeal: "A verdade nos libertará": o homem foi feito para o bem, apesar das "visões totalmente fluidas da realidade".
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...O cardeal prefeito do Dicastério para o Diálogo Inter-religioso está em visita ao país do Cáucaso de 15 a 19 de junho. No encontro com o presidente Ilham Aliyev, foram destacadas as atividades da Igreja Católica local e a necessidade de promover a tolerância e o multiculturalismo para uma convivência pacífica e respeitosa entre as diferentes comunidades.
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...Numa reunião especial com o Presidente Cyril Ramaphosa nos Union Buildings, líderes religiosos apelam ao fim da violência contra os migrantes e instam o Governo a enfrentar os desafios sociais e económicos mais profundos que afectam a África do Sul.

A finalidade é assegurar a identificação precoce, o desenvolvimento integral e a inclusão plena de alunos com altas habilidades no sistema educacional brasileiro.
Dados do Censo Escolar de 2025 registraram cerca de 56 mil estudantes formalmente identificados com altas habilidades ou superdotação.
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Entre as principais medidas, a lei determina que os sistemas de ensino ofereçam atendimento educacional especializado, por meio de ações complementares à escolarização regular, como:
A norma prevê progressão educacional flexível, ao permitir avanços por disciplina ou área do conhecimento, além da possibilidade de aceleração integral da trajetória escolar. As medidas devem considerar o ritmo de aprendizagem e o desenvolvimento cognitivo e socioemocional de cada estudante.
O Cadastro Nacional de Estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação ficará sob responsabilidade do Ministério da Educação.
A finalidade é mapear e acompanhar a trajetória educacional desses alunos, para subsidiar a formulação e avaliação de políticas públicas.
Esse banco de dados será alimentado com informações de censos educacionais e outras bases oficiais, respeitando a legislação de proteção de dados.
A adesão à política será voluntária para estados, Distrito Federal e municípios, mediante formalização com o governo federal. Nos casos de adesão, a União poderá oferecer apoio técnico e financeiro para implementação das ações, conforme disponibilidade orçamentária.
O financiamento das iniciativas poderá incluir fontes como fundos da educação e programas de investimento público.

O movimento, que realiza protestos constantes e pacíficos desde fevereiro deste ano, pede por mais qualidade nas políticas de permanência estudantil, financiamento, estrutura e investimentos em educação e pesquisa.
Os estudantes da Universidade de São Paulo (USP) realizaram uma greve de mais 40 dias, encerrada no início do mês, em que cobraram reforço das políticas de permanência estudantil, fim da terceirização dos restaurantes universitários, diálogo permanente sobre a gestão dos espaços estudantis, priorização da educação e fim dos cortes no orçamento da universidade. Segundo os alunos, a paralisação permitiu abertura de diálogo com a reitoria.
Alunos de outras instituições, como a Unicamp e a Unesp, também fizeram mobilizações.
Sobre as manifestações, o governo estadual entende que as demandas devem ser tratadas pelas reitorias das universidades.

A retificação do edital do Enem já está publicada no Diário Oficial da União.
Os candidatos não isentos devem usar a senha cadastrada no portal de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.
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O pagamento da taxa de inscrição do exame pode ser feito pelos candidatos não isentos em qualquer banco, casa lotérica ou por meio de aplicativos bancários.
Não serão aceitos pagamentos de inscrições por meio de depósito em caixa eletrônico, via postal, transferência ou depósito em conta corrente, nem ordem de pagamento.
As opções de pagamento da GRU Cobrança são o Pix, cartão de crédito, débito em conta corrente ou poupança, dentre outros e pode variar de acordo com a instituição financeira do pagador.
Nos casos de Pix, a GRU Cobrança traz o QR Code para o participante quitar a taxa de inscrição.
Somente a quitação da taxa é o que garante a participação dos candidatos não isentos no exame nacional.
O Inep avisa que o valor referente ao pagamento da taxa de inscrição não será devolvido, se realizado em duplicidade ou se for diferente de R$ 85.
Assim como não será devolvido o pagamento da taxa de inscrição, exceto em caso de cancelamento desta edição do Enem.
O edital público do exame esclarece que é proibido transferir o valor referente ao pagamento da taxa de inscrição do Enem para outro participante.
No Enem 2026, o Inep concedeu gratuidade para pessoas dos seguintes perfis e, por isso, não será gerada GRU Cobrança para pagamento.
· alunos matriculados no 3º ano do ensino médio em escola pública, em 2026;
· alunos que cursaram todo o ensino médio em escola pública ou como bolsistas integrais em escola privada e que possuam renda familiar de até 1,5 salário-mínimo por pessoa;
· estudantes participantes do programa Pé-de-Meia do Ministério da Educação (MEC).
· pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, pertencentes a famílias de baixa renda e com registro no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico);
· participantes que informaram na inscrição que usarão os resultados das provas para solicitar o certificado de conclusão do ensino médio e têm registro no CadÚnico.
· novo prazo para pagamento da taxa de inscrição: de 25 de maio a 22 de junho;
· resposta à solicitação de atendimento especializado: 26 de junho;
· recurso à negativa de atendimento especializado: de 29 de junho a 3 de julho;
· resultado do recurso: 10 de julho;
· aplicação das provas: 8 e 15 de novembro.
O Exame Nacional do Ensino Médio, que avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica, é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.
Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão dessa etapa de ensino para os candidatos com 18 anos de idade completos e que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.
Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que têm convênio com o Inep. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

A participação é voluntária e deve ser feita exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec), por meio da senha da plataforma Gov.br.
O exame pode substituir provas objetiva e discursiva das seleções para professores da educação básica feitas pelas redes de ensino.
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As redes municipais, estaduais e do Distrito Federal que já formalizaram a adesão à PND, em 2025, deverão manifestar o interesse novamente em usar a nota da PND, por meio do mesmo sistema oficial do MEC, respeitando o novo prazo. No ano passado, 1.508 municípios e 22 estados aderiram à PND.
O MEC destaca que a adesão permanente poderá ser cancelada a qualquer momento, por meio do Simec.
O MEC divulgará a lista de entes incluídos no sistema antes do período de inscrição dos participantes na PND, que começa em 22 de junho.
A prova está marcada para 20 de setembro, sob responsabilidade do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
O exame será dividido em dois blocos:
A prova integra as ações do Programa Mais Professores para o Brasil. A política pública visa fortalecer a formação docente, incentivar o ingresso de professores no ensino público e valorizar os profissionais do magistério.

Vencedora do Prêmio Escolas Baseadas na Natureza, no ano passado, a escola desenvolveu o projeto Salas Abertas: Reconectar com a Natureza, que expandiu o processo educativo para além das paredes da escola e diversificou os locais para aulas ao ar livre. Além disso, a valorização das tradições locais e a oportunidade de repensar práticas para melhorar a qualidade de vida no território estão entre os principais objetivos da proposta.
“Dona Eusa sempre teve em sua vida a prática da semente crioula e compartilhou com a escola esse conhecimento ancestral”, contou a professora Dynná Ferraz, que trabalha na escola municipal.
“A escola abraçou esse conhecimento, que é um dos importantes caminhos para mudar a forma de produzir alimentos, já que a segurança alimentar é um problema local e global que motiva esse projeto”, explicou.
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A partir do projeto, os espaços educativos passaram a incluir, por exemplo, o Berçário das Plantas, formado por horta, pomar e casa de sementes, utilizando técnicas da comunidade quilombola da região.
“Temos a parceria com os moradores da Comunidade Quilombola Fazenda Silvério, cujo líder da comunidade carinhosamente chamamos de Tio Darci, que construíram uma casa barreada com a participação de estudantes. Essa casa se tornou a Casa de Sementes Eusa Rodrigues Pereira”, relatou a professora. Agora aposentada, Dona Eusa segue visitando a escola e participando dos eventos.
No Berçário das Plantas, as crianças podem pesquisar e experimentar os conhecimentos.
“Tem um pomar atrás da casinha barreada, que é a casinha de sementes, e ali fica o fogãozinho a lenha. As crianças brincam com as sementes na cozinha brincante, que fica debaixo do pomar, com o barro e com as plantas. Pertinho tem a horta, onde eles podem plantar e colher, e a gente trabalha com a questão da alimentação saudável.”
O Canto da Calma, que conta com um jardim e um espaço para leitura, é outra das salas abertas do projeto. O local é usado atualmente tanto para a regulação emocional das crianças quanto para incentivar a leitura fora da sala de aula e em contato com a natureza.
“A gente fez uma biblioteca ligada a um redário e virou um cantinho da calma. As crianças pegam um livro, descem por um escorregador de madeira e vão para o redário. A área já era gramada e ficava livre, mas antes não tinha muito aproveitamento”, explicou Dynná.
As aulas ficaram mais práticas e interessantes para as crianças, que já gostavam dos espaços abertos da escola, e os professores tiveram mais estímulo para realizar atividades fora da sala de aula tradicional. Dynná ressalta que a proposta permite que os alunos fiquem mais sensíveis pelo contato com a natureza e percebam toda a importância dos recursos naturais.
“Temos ainda um laboratório que serve de investigação para os alunos fazerem os experimentos. Eles plantam e comparam um canteiro que tem cobertura morta e outro que não tem, por exemplo. Em um canteiro, colocamos húmus e no outro não, e eles observam o que acontece. Fazemos os defensivos orgânicos no laboratório”, mencionou a professora, sobre os processos educativos realizados na escola.
Segundo a educadora, o Prêmio Escolas Baseadas na Natureza permitiu que fossem realizadas melhorias significativas nos espaços abertos da escola.
“Nossa escola já era enriquecida de espaços naturalizados, mas o prêmio junto com as mentorias, os encontros, as visitas dos especialistas, tornou possível reorganizar os espaços como salas de aula abertas”, disse.
“Essas melhorias já foram realizadas e a equipe escolar vê nesse projeto o impulso que precisávamos para melhorar ainda mais nossas práticas, permitindo que aconteçam intervenções mais concretas no nosso currículo, com impacto direto na comunidade, abrindo a possibilidade de ampliar debates para além da nossa comunidade escolar”, avaliou Dynná.
A nova edição do Prêmio Escolas Baseadas na Natureza está com inscrições abertas até 29 de junho para apoiar projetos nessa temática em escolas públicas municipais. Ao todo, cinco escolas receberão R$ 100 mil cada para desenvolver seus projetos, além de um acompanhamento técnico nas áreas de arquitetura e educação.
As inscrições devem ser feitas pelo site do Programa.
Promovido pelo Instituto Motiva, com apoio técnico e pedagógico do Instituto Alana e do Instituto Crescer, o prêmio integra o Programa Escolas Baseadas na Natureza, iniciativa dedicada à formação de educadores com foco em um modelo no qual a natureza se torna elemento central na educação. O prêmio é voltado a escolas localizadas em 255 municípios de 13 estados onde a Motiva atua.
A arquiteta e urbanista Dayana Araújo, coordenadora do programa pelo Instituto Alana, defende o resgate de um vínculo das crianças com a natureza que, segundo ela, tem se perdido ao longo dos anos. “O desafio, nos últimos anos, está na nossa desconexão com a natureza”, disse.
“Os pedagogos e especialistas têm falado da importância do ‘desemparedamento’ das infâncias, porque as infâncias estão emparedadas nos seus quartos, nas suas casas, nas suas telas. Ao mesmo tempo, a Sociedade Brasileira de Pediatria tem anunciado o ‘Transtorno do Déficit de Natureza’. São muitas áreas do conhecimento nos convocando a pensar a importância de aprender na natureza”, mencionou Dayana.
Ela ressalta que a natureza promove desenvolvimento integral para crianças e jovens. “Quando você está aprendendo com a natureza, de alguma forma, você se desenvolve como um todo, como um sujeito cognitivo, social e físico.”
Segundo a presidente do Instituto Motiva, Renata Ruggiero, o prêmio é uma forma de estimular escolas públicas a fortalecerem práticas pedagógicas alinhadas aos desafios ambientais contemporâneos. Ela ressalta a importância de que essas iniciativas ocorram de maneira cada vez mais estruturada nas escolas.
“Quando os espaços escolares incorporam elementos naturais e passam a ser utilizados como ambientes de aprendizagem, os alunos desenvolvem novas formas de observar, investigar e compreender o mundo ao seu redor. O prêmio demonstrou o enorme potencial que existe nas escolas públicas brasileiras para desenvolver iniciativas criativas e transformadoras”, disse Renata.

Os estudantes de medicina interessados pela residência médica nas especialidades com acesso direto podem se inscrever até 23h59 de 29 de junho, no horário de Brasília.
O Enare tem o objetivo de democratizar o acesso à residência médica e otimizar a ocupação de vagas na residência médica.
Para participar do processo seletivo do Enare 2026/2027, o candidato interessado deve cumprir requisitos obrigatórios:
. ter concluído a graduação em medicina ou estar no último semestre, desde que a colação de grau ocorra, no máximo, até a data de início do Programa de Residência Médica PRM);
. estar primeiramente inscrito no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) de 2026, organizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
O Ministério da Educação (MEC) informa que o candidato que não atingir o nível de desempenho “Proficiente” no Enamed 2026, será automaticamente eliminado do Enare 2026/2027.
Para se inscrever no Enare nas modalidades de residência médica de acesso direto, de área de atuação e para área multiprofissional da saúde, inicialmente, o candidato deve preencher na página do Enare o número de Cadastro de Pessoa Física (CPF) e outros dados como documentos de identificação, naturalidade, endereço e informações para contato.
No ato da inscrição, o candidato deverá fazer upload de uma foto 3X4 do rosto em formato JPEG ou JPG, com tamanho máximo de até 5MB.
O valor da taxa de inscrição será de R$ 330 para todas as especialidades de Acesso Direto da residência médica.
Para os demais programas de residência na área profissional da saúde, a taxa de inscrição foi fixada em R$ 220.
O boleto deve ser pago até 6 de julho. A Rede HU Brasil, coordenadora do Enare, informa que as inscrições somente serão efetivadas após a comprovação de pagamento da taxa de inscrição.
Os candidatos podem solicitar a isenção da taxa de inscrição no momento da inscrição somente no período de 15 às 23h59 de 19 de junho.
O participante deve se enquadrar nas seguintes situações abaixo:
· ter renda familiar mensal de até 3 salários-mínimos ou renda individual de até dois salários mínimos;
· estar inscrito no Cadastro Único de Programas Sociais do governo federal (CadÚnico);
a taxa de inscrição ser maior que 30% do seu salário mensal e a pessoa não tem dependentes.
a taxa de inscrição ser maior que 20% do seu salário mensal e tem até dois dependentes;
A taxa de inscrição ser maior que 10% do seu salário mensal e tem mais de dois dependentes;
Independentemente do motivo da isenção, o candidato deve obrigatoriamente declarar no formulário de solicitação que:
não pagou curso preparatório para esta residência com recursos próprios.
é egresso de instituição de ensino superior pública ou foi beneficiário de bolsa de estudo oficial.
O edital do Enare avisa que o envio dos documentos não garante a isenção automática. O pedido passará por análise e validação da banca da FGV.
Em 2025, este certame registrou mais de 138 mil inscritos e a oferta de mais de 12 mil vagas para residência médica distribuídas em 225 instituições participantes, entre hospitais, fundações universitárias e institutos.
O candidato pode consultar o mapa de vagas ofertadas do Enare 2026 no Programa de Residência Médica (PRM), devidamente autorizadas pelo Ministério da Educação.
Os participantes podem acessar as informações por unidade da federação, por instituição, no site do processo seletivo.
De abrangência nacional, o Enare terá as provas aplicadas em 60 cidades brasileiras, em 13 de setembro.
A etapa correspondente à prova objetiva do Enare 2026/2027 será composta exclusivamente pela nota final obtida pelo candidato na prova do Enamed, conforme a Teoria de Resposta ao Item (TRI), conforme definido pelo Inep.
Desde a edição de 2025, o Enare conta com integração ao Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em parceria com a Rede HU Brasil, a antiga Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).
Pela parceria, o resultado do Enamed poderá ser usado no Enare para as especialidades médicas de acesso direto.
O Enamed é obrigatório para estudantes concluintes dos cursos de medicina.
Os médicos formados em anos anteriores também podem se inscrever no Enamed, caso tenham interesse em usar o resultado do Enamed no Enare para as especialidades médicas de acesso direto.
As inscrições do Enamed 2026 já estão abertas exclusivamente no Sistema Enamed.
Notas obtidas em edições anteriores do Enamed podem ser aproveitadas desde que o candidato tenha alcançado nível de desempenho classificado como “Proficiente”, baseado exclusivamente na Teoria de Resposta ao Item (TRI), aplicada pelo Inep.
A metodologia permite avaliar o desempenho dos candidatos considerando o nível de dificuldade das questões e o padrão das respostas. O modelo tem a meta de fazer uma avaliação mais padronizada.
Os editais de seleção para ingresso em Programas de Residência Médica e de Residência Multiprofissional e em Área Profissional da Saúde podem ser acessados na página oficial do Enare.
Os documentos detalham todas as normas para participação no certame, incluindo orientações sobre inscrição, etapas de avaliação, critérios de classificação, documentação exigida, prazos e demais procedimentos necessários.
Para mais informações, acesse.
Para esclarecer dúvidas sobre editais, inscrições, locais de prova ou andamento do processo seletivo do Exame Nacional de Residência (Enare), a FGV disponibiliza canais oficiais de suporte técnico e de atendimento ao candidato.
Os participantes podem acionar o serviço para resolver pendências ou obter orientações por e-mail ou telefone 08005913078. A ligação é gratuita. O atendimento ao público é realizado de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 18h (no horário de Brasília). Não há expediente aos sábados, domingos e feriados nacionais.

O valor é R$ 85, e a Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) para a quitação está disponível na Página do Participante no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). É preciso usar a senha do portal de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.
O pagamento da taxa de inscrição do exame pode ser feito em qualquer banco, casa lotérica ou por meio de aplicativos bancários.
Não serão aceitos pagamentos de inscrições por meio de depósito em caixa eletrônico, via postal, transferência ou depósito em conta corrente, nem ordem de pagamento.
As opções de pagamento da GRU Cobrança são o Pix, cartão de crédito, débito em conta corrente ou poupança, dentre outros e pode variar de acordo com a instituição financeira do pagador.
Nos casos de Pix, a GRU Cobrança traz o QR Code para o participante quitar a taxa de inscrição.
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O Inep avisa que o valor referente ao pagamento da taxa de inscrição não será devolvido, exceto em caso de cancelamento desta edição do Enem.
Também não será devolvido o pagamento da taxa de inscrição realizado em duplicidade nem se for enviado um valor diferente de R$ 85.
O edital público do exame esclarece que é proibido transferir o valor referente ao pagamento da taxa de inscrição do Enem para outro participante.
A inscrição será confirmada somente após o processamento do pagamento da taxa de inscrição pelo Banco do Brasil.
Caso o valor do pagamento seja inferior a R$ 85, a inscrição não será confirmada.
O Inep concedeu gratuidade no Enem 2026 a candidatos dos seguintes perfis:
O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. A prova é a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.
Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão dessa etapa de ensino para os candidatos com 18 anos de idade completos e que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.
Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que têm convênio com o Inep. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

A adesão é voluntária e deve ser feita exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec), por meio da senha da plataforma Gov.br.
O exame pode substituir provas objetiva e discursiva das seleções para professores da educação básica feitas pelas redes de ensino.
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As redes municipais, estaduais e do Distrito Federal que já formalizaram a adesão à PND, em 2025, deverão manifestar o interesse novamente em usar a nota da PND, por meio do mesmo sistema oficial do MEC, respeitando o novo prazo. No ano passado, 1.508 municípios e 22 estados aderiram à PND.
O MEC destaca que a adesão permanente poderá ser cancelada a qualquer momento, por meio do Simec.
O MEC divulgará a lista de entes inseridos no sistema antes do período de inscrição dos participantes na PND, que começa em 22 de junho.
A prova será realizada em 20 de setembro pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). São dois blocos:
A prova integra as ações do Programa Mais Professores para o Brasil. A política pública visa fortalecer a formação docente, incentivar o ingresso de professores no ensino público e valorizar os profissionais do magistério.

Os participantes já foram habilitados e inscritos pelo coordenador do curso para avaliação no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) 2026. Agora, o aluno deverá entrar no Sistema Enamed, preencher o cadastro e indicar, entre outros dados, o município e a unidade da federação onde fará a prova no dia 13 de setembro.
O tratamento pelo nome social, destinado à pessoa trans, será apresentado em todos os documentos e materiais administrativos do Enamed, caso o participante tenha o nome social cadastrado na Receita Federal.
Conforme o edital, o exame é obrigatório para estudantes concluintes dos cursos de graduação em medicina avaliados no Enade 2026, desde que habilitados e inscritos pelos coordenadores de curso. O exame teórico também será obrigatório para os estudantes do quarto ano de medicina inscritos pelas instituições de ensino.
Além disso, os médicos já graduados em anos anteriores interessados em usar os resultados do Enamed para acesso direto do Exame Nacional de Residência (Enare) 2026/2027 podem se inscrever voluntariamente.
Ao entrar no Sistema Enamed para preencher os dados da inscrição, o participante deverá informar o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF), a data de nascimento, um endereço de e-mail válido, além de um número de telefone fixo ou celular para contato do Inep, se necessário.
Os dados pessoais informados devem ser iguais aos cadastrados na Receita Federal, para ter correspondência entre as informações.
Os concluintes de medicina que desejarem usar o resultado para concorrer ao Enare a fim de disputar uma vaga de residência médica devem indicar esta opção no Sistema Enamed. Em seguida, deverão continuar a sua inscrição no Sistema Enare, assim como os participantes do Enamed 2026 já graduados em anos anteriores.
O Inep avisa que será aceita apenas uma inscrição por número de CPF e que, depois de finalizada, a inscrição não poderá ser cancelada.
Os estudantes do quarto ano do curso de medicina que participarem do Enamed não podem se inscrever no Enare ou usar esse resultado para processos seletivos de programas de residência médica de acesso direto.
Já o participante concluinte do Enamed 2026 que desejar adotar os resultados para participação no Exame Nacional de Residência 2026/2027 deverá cumprir as regras e pagar a taxa de inscrição do Enare, que também está com inscrições abertas a partir desta segunda-feira (15), gerenciadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) neste ano.
Nesta edição do Enamed, pela primeira vez, os concluintes do curso de graduação em medicina e os graduados que pretendem concorrer a uma vaga no Enare em 2026, que possuem resultado válido no Enamed 2025, poderão escolher entre usar a nota já obtida para participar do Enare ou realizar o Enamed 2026 para tentar obter uma nova nota melhor.
A escolha pela nota deve ser feita no momento da inscrição no Enamed 2026.
Mesmo aqueles candidatos que optarem por reaproveitar a nota anterior e não quiserem participar da prova do Enamed 2026 deverão realizar a inscrição no exame para indicar a opção escolhida.
Em caso de reaproveitamento de resultado anterior do Enamed e também de realização da edição de 2026, para fins de classificação, o sistema do Enare vai puxar de forma automática a maior nota na escala de proficiência da Teoria de Resposta ao Item (TRI).
Isto quer dizer que, se o candidato for melhor em 2026, vale a nova; se a nota de 2025 tiver sido maior, será mantida para a classificação.

A participação no Sisu+ é restrita aos candidatos que tenham participado da etapa regular do Sisu 2026, inscritos em pelo menos um curso.
Nesta primeira edição do Sisu+, 34 instituições, como universidades e institutos federais, aderiram ao processo seletivo.
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A participação é opcional e gratuita. Para se inscrever no Sisu+, os interessados devem acessar o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior na parte do Sisu. O prazo de inscrições terminará nesta sexta-feira (19).
No momento da inscrição, o candidato poderá escolher até dois cursos, de modo independente das escolhas feitas em janeiro deste ano.
É preciso indicar a primeira e segunda opção de preferência dos cursos. Durante o período de inscrição, o candidato pode alterar sua inscrição quantas vezes quiser.
Em cada uma delas, o estudante poderá visualizar o curso escolhido, o local de oferta, a instituição de ensino, o turno, o grau, eventuais ações afirmativas próprias da instituição (quando houver) e as modalidades de concorrência nas quais estará inscrito.
Se necessário, os candidatos que participaram da etapa regular podem atualizar informações socioeconômicas e alterar modalidades de concorrência.
Mas, o candidato aprovado na chamada regular do Sisu 2026, se estiver matriculado em curso de graduação de instituição pública de ensino superior, pode participar normalmente do Sisu+, desde que opte por apenas uma das vagas, pois a legislação proíbe que uma mesma pessoa ocupe duas vagas simultaneamente.
O Ministério da Educação (MEC) criou uma página eletrônica para esclarecer dúvidas frequentes sobre a inscrição no Sisu+ 2026. Acesse aqui.
A pasta explica que o sistema seleciona automaticamente, para cada opção de curso escolhida pelo candidato, a edição válida do Enem que resultar na melhor média ponderada, conforme os pesos e critérios definidos pela instituição para a respectiva oferta.
O sistema de seleção disponibiliza as notas de corte de cada curso durante o período de inscrições.
Para seleção, o sistema do Sisu considerará diferentes modalidades de concorrência, que levam em conta o perfil socioeconômico dos candidatos, de acordo com a Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012), e também de acordo com as ações afirmativas definidas pelas instituições participantes.
Após o período de inscrições, de 15 a 19 de junho, ocorrerá a divulgação da única chamada regular com os nomes dos pré-selecionados, em 24 de junho, na página eletrônica do Sisu.
Para quem precisar recorrer à lista de espera porque não está entre os pré-selecionados, o prazo para manifestação de interesse será de 24 a 26 de junho.
De acordo com o edital o processo de matrícula para os selecionados na chamada regular começará a partir de 25 de junho.
Por fim, a matrícula dos convocados por meio da lista de espera terá início a partir de 1º de julho.
Coordenado pelo MEC, o Sisu regular tem o objetivo de democratizar o acesso ao ensino superior em instituições públicas que aderiram ao processo seletivo.
Já o Sisu+ não constitui um novo processo seletivo, mas sim uma extensão do Sisu 2026. E foi desenhado pelo MEC para ser uma ferramenta mais eficiente para aperfeiçoar a seleção de candidatos para vagas no ensino superior.
O ministério projeta que o Sisu+ seja usado em cursos tradicionalmente com alta rotatividade, onde o estudante é admitido, mas desiste da vaga ou muda de curso, o que gera para as universidades públicas a necessidade da organização de sucessivas chamadas para preenchimento de vagas.
Com o Sisu+, a instituição pode adotar a estrutura automatizada do Sisu para rodar as listas de espera de forma mais rápida, garantindo que a vaga não fique ociosa.
Outra vantagem apontada pelo MEC é a economia. As instituições de ensino que, paralelamente, realizariam processos seletivos próprios, como vestibulares, para vagas com ingresso no segundo semestre, podem reduzir os custos administrativos e usar o sistema do Sisu para seleção dos candidatos.
Nos cursos em que sobram vagas, como licenciatura, engenharias e demais áreas estratégicas que o país precisa desenvolver, o Sisu+ pode ampliar o acesso a essas vagas porque centraliza o que antes ficava disperso em dezenas de sites de universidades diferentes.
Dessa forma, o processo seletivo complementar padroniza a disponibilização de vagas pelas instituições e facilita a consulta das oportunidades pelos estudantes.
A pasta da Educação avaliará os resultados da implementação do Sisu+ 2026 para decidir sobre eventuais edições futuras do processo seletivo complementar.