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Empatía en la competencia 9.
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Alumno (a): Sílvio de Souza Lôbo Júnior. 

Este es un trabajo entregado por el académico a la IES y corregido, el plagio puede resultar en la reprobación inmediata en la disciplina. Este alumno no vende trabajos y no es cómplice de esta situación ilegal. Disponible para lectura e inspiración. 

Introducción

 En un mundo que se está volviendo cada vez más pequeño, y con una diversidad cada vez más aparente. Saber ponerse en el lugar del otro es una habilidad básica para el bienestar de la convivencia entre las personas. Y buscando una uniformización de la base del aprendizaje se creó el BNCC, que tiene entre sus diez competencias la indicación clara del incentivo a la empatía como forma de conocer al prójimo, conociendo y valorando la pluralidad de la sociedad.

 Desarrollo

 El profesor de Enseñanza Religiosa del Colegio Santa María, Pedro Moisés, realiza un proyecto muy valioso: lleva a sus clases, de colegio particular de alumnos de la región noble de la ciudad, a visitar CEMEIs (Centros de Educación Infantil), cuyos niños son de familias pobres. La clase, que comenzó como una experiencia aislada, tuvo un éxito tan grande que, en el reportaje fechado en 2018, ya contaba con 07 (siete) años de acción continua. Los estudiantes interactúan con niños de realidades financieras diferentes.

Las actividades fuera de la escuela, en convivencia con personas de clases sociales diferentes, tienen un éxito especial al enseñar a los niños a tener empatía hacia el prójimo, promoviendo el diálogo, la acogida y la valorización de la diversidad, siguiendo la Competencia General de la Educación Básica, según el extracto:

 

9. Ejercitar la empatía, el diálogo, la resolución de conflictos y la cooperación, haciéndose respetar y promoviendo el respeto al otro y a los derechos humanos, con acogida y valorización de la diversidad de individuos y de grupos sociales, sus saberes, identidades, culturas y potencialidades, sin prejuicios de ninguna naturaleza. (Brasil, 2018, p. 10)

 

 Al hablar de empatía, GALVÃO, 2010, la palabra empatía tiene poco más de cien años, y se trata de una habilidad que posibilita instruir situaciones, necesidades, intereses del otro, y más que eso, compartir los sentimientos del otro; en lo que se refiere a la simpatía.

El proyecto comenzó con una clase fuera de la escuela. Llevar niños de familias de clase media y clase alta a visitar instituciones que acogen a niños en familias vulnerables, pobres e incluso en miseria. Esta acción brindó a los niños una experiencia para expandir su universo de comprensión, abriendo sus ojos a un mayor entendimiento sobre la realidad que viven.

La escuela puede ofrecer al niño la posibilidad de interactuar en un ambiente asistido con personas y lugares que, en el cotidiano familiar, muchas veces no tendría contacto, y que, cuando sucediera, quizás el ciudadano ya no tuviera la misma serenidad y apertura para lidiar, como la tienen hoy los jóvenes.

Consideraciones Finales

 Actividades escolares, como las visitas a otras instituciones, expanden el entendimiento del alumno sobre el medio en el que vive, siendo una herramienta importante para enfrentar una sociedad prejuiciosa. La dimensión de la pluralidad en la sociedad puede ser mejor asimilada si se trasciende la metodología de enseñanza regular y se parte para la práctica y la experiencia de ver, oír, conversar.

Experiencias fuera del aula son fuentes de aprendizaje inagotable, y la actividad realizada por el profesor Pedro sirve de ejemplo de éxito que debe ser experimentado más veces en nuestras escuelas. 

 Nota: El proyecto tratado aquí puede ser conocido a través del video: Crianças do ensino particular visitam alunos da comunidade carente - Jornal da Vida 11/09/18 Enlace: https://www.youtube.com/watch?v=jbMYdiXS0uM

 

Referencias

 JORNAL DA VIDA. REDE VIDA DE TV. Crianças do ensino particular visitam alunos da comunidade carente - Jornal da Vida 11/09/18. YouTube, 13/09/2018. 02:13. Disponible en: https://www.youtube.com/watch?v=jbMYdiXS0uM. Acceso en: 24 de mayo de 2025.

BRASIL. Ministerio de Educación. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018. Disponible en: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acceso en: 24 de mayo de 2025.

 GALVÃO, Lilian Kelly de Sousa. Desenvolvimento Moral e empatia: Medidas correlatos e intervenções educacionais. Tesis de Posgrado en Psicología Social, como parte de los requisitos para obtener el título de Doctor. Departamento de Psicología, Universidad Federal de Paraíba, João Pessoa, p. 72 – 84, 2010.

Aluno (a): Sílvio de Souza Lôbo Júnior. 

Este é um trabalho entregue pelo acadêmico à IES e corrigido, o plágio pode ter como resultado a reprovação imediata na disciplina. Este aluno não vende trabalhos e não é conivente com esta situação ilegal. Disponível para leitura e inspiração. 

Introdução

 Em um mundo que está cada vez ficando menor, e uma diversidade cada vez mais aparente. Saber colocar-se no lugar do outro é habilidade básica para o bem-estar do convívio entre as pessoas. E buscando uma uniformização da base do aprendizado se criou o BNCC, que tem entre suas dez competências a indicação clara do incentivo à empatia como forma de conhecer o próximo, conhecendo e valorizando a pluralidade da sociedade.

 Desenvolvimento

 O professor de Ensino Religioso do Colégio Santa Maria Pedro Moisés realiza um projeto bastante valioso, ele leva suas turmas, de colégio particular de alunos da região nobre da cidade para visita de CEMEIs, cujas crianças são de família pobres. A aula que começou como uma experiência isolada, teve um sucesso tamanho, que na reportagem datada de 2018, já contava com 07 (sete) anos de ação contínua. Os estudantes interagem com crianças de realidade financeira diferente.

As atividades fora da escola, em convívio com pessoas de classes sociais diferentes, têm especial sucesso ao ensinar as crianças a terem empatia ao próximo, como promove o diálogo, acolhimento e valorização da diversidade, seguindo a Competência Gerais da Educação Básica, conforme trecho:

 

9. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza. (Brasil, 2018, p. 10)

 

 Ao falar sobre empatia, GALVÃO, 2010, a palavra empatia tem pouco mais de cem anos, e trata-se de uma habilidade que possibilita instruir situações, necessidades, interesses do outro, e mais do que isso, compartilhar os sentimentos do outro; no que se refere à simpatia.

O projeto iniciou de uma aula fora da escola. Levar crianças de família de classe média e classe alta para visitar instituições que acolhem crianças em famílias vulneráveis, pobres e até em miséria. Essa ação trouxe as crianças uma experiência de expandir o universo de compreensão, abrindo os olhos desta para um maior entendimento sobre a realidade que vivem.

A escola pode ofertar a criança a possibilidade de interagir em ambiente assistido com pessoas e lugares, que, no cotidiano familiar muitas vezes não teria contado, e que, quando acontecesse, talvez o cidadão já não tivesse a mesma serenidade e abertura para lidar, como tem, hoje, jovens.

Considerações Finais

 Atividades escolares, como as visitas a outras instituições expande o entendimento do aluno sobre o meio que vive, sendo ferramenta importante para enfrentamento de uma sociedade preconceituosa. A dimensão da pluralidade na sociedade pode ser mais bem assimilada se ultrapassar a metodologia de ensino regular, e partir para a prática e a experiência do ver, ouvir, conversar.

Experiências fora de sala são fontes de inesgotável aprendizado, e a atividade realizada pelo professor Pedro, serve de exemplo de sucesso que deve ser experimentado mais vezes em nossas escolas. 

 Nota: O projeto tratado aqui, pode ser conhecido através do vídeo: Crianças do ensino particular visitam alunos da comunidade carente - Jornal da Vida 11/09/18 Link: https://www.youtube.com/watch?v=jbMYdiXS0uM

 

Referências

 JORNAL DA VIDA. REDE VIDA DE TV. Crianças do ensino particular visitam alunos da comunidade carente - Jornal da Vida 11/09/18. YouTube, 13/09/2018. 02:13. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=jbMYdiXS0uM. Acesso em: 24 maio 2025.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 24 maio 2025.

 GALVÃO, Lilian Kelly de Sousa. Desenvolvimento Moral e empatia: Medidas correlatos e intervenções educacionais. Tese Pós-graduação em Psicologia Social, como parte dos requisitos de guaru de Doutor. Departamento de Psicologia, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, p. 72 – 84, 2010.

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