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Qualquer pessoa envolvida com a narrativa que se sinta prejudicado poderá entrar em contato comigo, e eu prometo tomar imediata providência para que o conteúdo ofensivo seja retirado...

 

o início,

No princípio, Deus criou o céu e a terra. Ora, a terra estava vazia e vaga, as trevas cobriam o abismo, e um sopro de Deus agitava a superficie das águas. Deus disse: "Haja luz", e houve luz. Deus viu que a luz era boa, e deus separou a luz das trevas. Deus chamou à luz "dia" e às trevas "noite". Houve uma tarde e uma manhã: primeiro dia. (Gênesis 1,1-2)

Algum tempo de pois passado um ano que a vi poucas vezes sempre junto a colegas de um antigo trabalho... Eu não sei dizer quando me apaixonei..., não sei se foi no primeiro instante que a vi mordiscando um copo descartável, ou se foi ao vê-la em uma crise de risos em meio a um acidente culinário... talvez minha paixão tenha explodido num acesso ameno de ciúmes ao vê-la dançar com um jovem colega... ou talvez ainda, nos minutos que caminhávamos na noite sem rumo, ou nos últimos destes quando encontramos uma algo pouco em comum...
Não sei afirmar os porquês, os comos e ondes... O que sei é que me empenhei em quase uma ano em retirar-me qualquer expectativa de qualquer relacionamento com ela... ... até aquelas semanas de Julho e Agosto, quando me senti verdadeiramente derrotado por aquilo... a imagem dela revivia-me uma luz... ...

Compreender-me não é tão fácil... Um jovem acomodado por uma sina escrita com a pena da incerteza. [filosófico isto, não?]

Fato é que'eu aprendia a ser só, era um solitário cercado por cerca de 25 amigos maravilhosos... Meus planos eram escrever, ler, e escrever... lia três a quatro livros por mês, e escrevei a todas as noites até altas horas...

Tudo isto pra dizer que'eu não estava pronto pra me apaixonar... e mais que isto, eu nunca me preocuparia em estar... ... mas muitos pensamentos me tomavam, e de forma nenhuma me incomodavam... verdade é, que eram brisa amena, que revivava-me esperanças que morreriam aos primeiros anos de minha adolescência...

Não havia muito o que fazer, eu apenas desejei, esperei, desejei, esperei... e Numa tarde da quinta-feira, 22/08/2002 o telefone tocou. Eu recordo que meus pais estava na casa de minha avó, e que'eu adormecia no sofá. Atendi sem muito animo, e ... bem... era ela...

Não havia pretensões, ela ligara para mim como ligara pra outros colegas, perguntou das novidades e contou algumas suas... o papo foi rápido, mas era delicioso ouvir suas risadas na linha...

Na manhã do sábado seguinte eu contava a um grande amigo sobre as idéias desta jovem em escrever um livro de observações sobre o mundo... Se tal idéia fosse posta em prática renderia, acredito eu, um texto sem extraordinária beleza, mas com certeza renderia, mais sorrisos... e que sorrisos!

Eu a liguei naquela noite, ela não se lembrara bem de sua idéia, talvez nem fosse dela, e hoje sei que não é... mas eu nunca a esqueci... nesta noite ela falou de como gostava cinema... ... não marcamos um encontro... ela disse que iria no cinema ver um filme... e eu disse que iria também... assim poderíamos nos encontrar...

Bem estamos na manhã de quarta-feira dia dia 28 de Agosto de 2002, o texto deve correr até chocar no presente... se você quer e "pode" continuar... é só digitar a senha de área restrita e continuar,...

Senha!

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